quinta-feira, 15 de junho de 2017

Panquecas ou waffles eis a questão

A receita é de panquecas, mas como ultimamente tenho feito muitas waffles e é muito mais prático e rápido do que na frigideira, resolvi fazer a vontade à preguiça e fiz as panquecas na máquina.

Experimentei uma e como resultou bem fiz todas :)


1 chávena de farinha
1 colher de chá de fermento
1 colher de chá de bicarbonato de sódio
1 ovo
1/2 chávena de leite
1 iogurte grego de frutos do bosque.

Para bater os ingredientes à mão  juntar os sólidos numa taça e misturar, juntar os líquidos e bater bem com uma vara de arames.
No robot de cozinha meter tudo no copo e programar 15 seg. vel. 6.
Pré aquecer uma frigideira e untar com um pouco de óleo ou então como eu fiz aqui, untar a máquina de waffles e deitar colheradas de massa na máquina, fechar, uns segundos e já está rápido e eficiente.


Resultou muito bem. Até para brincar :)
isto parece o quê mãe :)

domingo, 11 de junho de 2017

Arroz doce que veio de longe

A receita deste arroz doce é que veio de longe, o arroz foi feito aqui na minha cozinha :) com o tal arroz do gostinho especial e neste caso como a receita também era especial, usei o Baby Rice Bom Sucesso  e fiz para o dia da Mãe.


A Internet  e as redes sociais têm destas coisas, diz-se que afastam os que estão perto, mas aproximam os que estão longe, neste caso aplica-se mesmo.

Tenho família no Brasil, que quase nem conhecia, tinha visto a tia e as primas 1 ou 2 vezes na vida e pouco conversámos, através das redes sociais, começámos "encontrar-nos" mais e a partilhar um pouco das nossas vidas distantes :) e como elas são boas cozinheiras e excelentes doceiras, de vez em quando mostram um pouco do que fazem e esta receita de arroz doce abriu-me o apetite, um arroz doce bem Brasileiro e como tudo que é doce brasileiro é um pecado, eu tinha que pecar e fazer este.

E para quem como eu gosta muito de arroz doce, este é mesmo um verdadeiro manjar dos deuses, super cremoso e saboroso.



A receita veio por mensagem e cá está o resultado.


1 chávena de arroz (lavado)usei Baby Rice
3 chávenas de água
1 lata de leite condensado
1 embalagem de natas
500ml de leite
250 ml de leite de coco
150 gr de flocos de coco
10 colheres de sopa de açúcar
Canela em pau e em pó


Colocar o arroz a cozer na água até esta secar, sem deixar o arroz pegar ao fundo.

Misture os leites, o condensado, o de coco e o normal com o açúcar, e junte esta mistura ao arroz logo que comece a secar a água.
Deixe cozinhar até obter uma consistência mais firme.

Desligue o fogão e adicione as natas e os flocos de coco, misture muito bem e leve ao frigorífico, na hora de servir decore com canela em pó.
A canela em pau põe-se junto com o arroz a cozer. 
Cá em casa e penso que em portugal no geral o arroz doce come-se frio mas não de frigorífico, eu até gosto mesmo quente ou morno.


P.S. nas notas da receita a minha prima diz que mete também um pauzinho de cravinho, mas isso eu não experimentei, cravinho cá em casa só costumo por em salgados, achei aventura demais :)
O açúcar para o meu gosto, na próxima corto para metade, ficou doce demais.

Obrigada Ivone pela receitinha :)
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sábado, 10 de junho de 2017

Bolachinhas de manteiga

Bolachas de manteiga quem não gosta :)

A gordura faz mal!!! pois há quem diga que não, desde que seja de boa qualidade...

Para mim a diferença é que estas são feitas em casa e farão menos mal do que as de compra, não têm corantes, nem conservantes e nem outros aditivos prejudiciais, açúcar... podemos sempre cortar mais um pouco :)




250 gr de manteiga sem sal
250 gr de açúcar
500 gr de farinha
1 colher de chá de fermento
Raspa de limão
2 ovos

Para fazer no robot de cozinha é só colocar todos os ingredientes no copo e programar 20 seg vel. 6 e depois mais 1 minuto vel. espiga ou botão amassar no caso do meu.

Pelo método tradicional
Derreta a manteiga e junte o açúcar.

Depois da manteiga e do açúcar misturados, junte a raspa de limão e os ovos e bata muito bem.
Por fim, junte a farinha amasse tudo e faça uma bola.

Depois da massa ligada, faça bolinhas com as mãos espalme-as ligeiramente e marque-as com um garfo, foi assim que eu fiz, quem quiser esticar se conseguir :) e cortar com um cortador de bolachas pode fazer.

Coloque as bolachas em tabuleiros untados com manteiga e polvilhados com farinha ou em papel vegetal.

Leve ao forno pré-aquecido nos 200º durante 15 minutos.
Depois das bolachas loirinhas, retire e deixe arrefecer, as minhas ficaram loirinhas demais :) na azáfama de forrar tabuleiros fazer as bolachinhas quando dava conta já estavam morenas.



Depois de frias estão prontas a servir.

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quarta-feira, 7 de junho de 2017

Bolo na caneca de banana sem açúcar e sem gluten

A ideia do bolo da caneca já é velha, mas nunca a valorizei muito, porque não aprecio muito os bolos cozidos no microondas, nem na caneca, nem em formas maiores, não aprecio muito a consistência deles, até porque são bolos que depois de frios por vezes ficam meio borracha ou duros. 
Grande só fiz um de chocolate e não gostei.

Estes bolinhos de banana surgiram do grupo paleo que tenho seguido, ao qual fui adicionada por uma amiga.
Não sigo a dieta porque se o principio, a ideia base é boa, comer tudo o mais próximo que conseguirmos do natural, biológico e não processado, há outras coisas que me parecem um pouco descabidas, mas como em tudo, se pudermos aproveitar as coisas boas ficamos sempre a ganhar.

Estes bolinhos são sem açúcar e sem gluten, ficam muito saborosos e para o pequeno almoço em substituição do pão, são uma boa alternativa, seguindo a dieta ou não gosto da ideia e já tenho feito algumas vezes, até o meu filho que é meio esquisito com bolos com fruta gostou.

Receita base não fotografada :) as que fotografei são as alternativas mais gulosas :)

1 ovo
Meia banana
2 colheres de sopa de coco ralado
1 colher de sopa de polvilho doce
1 colher de café de fermento



Meter numa caneca grande ou numa taça e triturar mesmo com a varinha mágica.

Se preferir meter tudo no copo do seu robot de cozinha preferido e programar 45 seg na vel.4

Vai ao microondas por 3 minutos e cá temos um bolinho fofinho e muito saboroso.

Alternativas
Acrescentar meia dúzia de pepitas de de chocolate a esta receita


Substituir o coco por amêndoa ralada na totalidade ou metade


Acrescentar uns frutinhos vermelhos e temos uma alternativa saborosa ao pão para o pequeno almoço ou para o lanche.

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domingo, 4 de junho de 2017

Cracóvia do Castelo ao kazimierz

E para o quinto dia em Cracóvia, deixámos a visita ao Castelo de Wawel, à Fabrica de Schindler e ao Bairro Judeu.


Acordámos ao som de muitaaaa chuva e pensámos que teríamos a visita mais complicada, mas como estávamos na semana santa tivemos os santos todos connosco e quando saímos do hotel como por milagre a chuva parou e porque a primavera também já estava ali encontrámos o castelo lindo.


Começámos bem cedo porque a visita que tinhamos programada era ainda longa e o dia ameaçava complicar-nos a vida com a chuva.
Fomos directo para o castelo que fica na colina com o mesmo nome na margem do rio Vístula.

Já tinhamos decidido não visitar o castelo por dentro visto que é enorme e tem muitas alas diferentes com bilhetes diferentes, não tinhamos tempo, por isso limitámo-nos a entrar na catedral..











A Catedral de Wawel ou Real Catedral dos santos Estanislau e Venceslau é um edifício imponente, tanto por fora como por dentro, é nesta catedral onde tradicionalmente eram coroados os Reis da Polónia e foi na cripta desta catedral que o papa João Paulo II ofereceu a sua primeira missa depois de ser ordenado padre.






O interior é lindo, mas não permitem fotografias, assim como em todas as igrejas desta cidade.


Olha nós a ver se ficamos na fotografia :p

Do castelo temos uma vista magnifica para a cidade, mas por causa das nuvens e um pouco de nevoeiro que tivemos de manhã estas foram as fotos possíveis.






Saindo do castelo, rumámos ao bairro judeu  Kazimierz, visita obrigatória em Cracóvia.

Este é um bairro boémio, cheio de bares e bons restaurantes, é aqui que a noite acontece em Cracóvia, mas de dia é muito tranquilo.

Caminhar pelas suas ruas, ver os símbolos, visitar alguma das suas sinagogas.






Edifício do museu etnográfico de Cracóvia e o sol já estava a brilhar para nós.








O museu judaico na antiga sinagoga (principal)









A basílica de Corpus Christi

O interior lindo, mas como também aqui é proibido fotografar deixo uma imagem da wikipédia

A praça central








Hamsá (cinco) mão simétrica símbolo do Islão mas também popular entre os judeus (sefarditas) 5 dedos
 - simboliza os 5 pilares do Islão, mão de Fátima (filha preferida de Maomé)
- para os judeus mão de Miriam irmã de Moisés símbolo associado ao Torá composto por 5 livros. 
Consoante a religião ela aparece enriquecida com o olho ou com a estrela de David.
Tem várias conotações, mas a principal é se estiver com os dedos juntos o amuleto traz boa sorte  se estiverem abertos ela protege contra energias negativas... ...

O cemitério Remuh no qual está também uma pequena sinagoga



Os cemitérios judeus têm algumas diferenças dos nossos, para além da simplicidade das campas, não há exibicionismo, são simplesmente pedras de granito, sem dourados nem outros símbolos, apenas tem o nome da pessoa e alguma inscrição mais, mas baixo relevo na mesma pedra.
Ao contrário de nós os judeus não levam flores, mas deixam pequenas pedras e alguns pequenas mensagens em papéis dobrados sobre essas pedrinhas.















e os grafitis pelas ruas.

Nós fizemos este passeio sozinhos e visitámos ao nosso gosto mas existe um free walking tour que dura aproximadamente 2,5h. e passa por todos os pontos de interesse do bairro.

No fim da tarde fomos até a antiga Fábrica de Oskar Schindler de que era antes da guerra uma fábrica de panelas e utensílios de cozinha de esmalte, que foi durante a guerra utilizada para a produção de munições e empregava 1200 judeus que Oscar schindler declarou serem imprescindíveis para o funcionamento da fábrica e desse modo os salvou da morte certa nos campos de concentração.




A Fábrica de Schindler foi uma agradável surpresa, para quem não leu muito sobre a visita, pensava que efectivamente iria visitar as instalações da antiga fábrica, mas o que se visita é um museu sobre a guerra, muito interessante por certo.
Tem uma exposição permanente "Cracóvia sob a ocupação nazi entre 1939 e 1945" e ao longo do museu vamos vendo a história da cidade neste período, até à "liberdade" da época comunista que se lhe seguiu. A exposição mostra reconstruções, imagens e sons que nos transportam para aquele período tão duro que os judeus viveram na ocupação nazi.
Foi uma visita muito interessante.

 Gabinete de Oskar Schindler com uma mostra das panelas que se fabricavam lá antes da guerra inWikipédia.

E para terminar, penso que estes bonecos são bem representativos da história.

A localização da fábrica é perto da praça Bohaterow praça das cadeiras o preço é 21zlotis os adultos e há bilhete família para 2 adultos e duas crianças menores de 16 anos. Abre todos os dias, segunda feira fecha mais cedo. As indicações no museu estão todas em inglês, há visitas guiadas.