terça-feira, 31 de dezembro de 2013

Pavlova para a despedida do ano 2013

Despeço-me de 2013 com esta maravilha para os olhos e para o paladar, uma Pavlova

Um doce misterioso e cheio de segredos, dizem os Australianos que é seu, mas os Novazelandezes, não querem deixar para os vizinhos a autoria e chamam-na de sua, na origem do nome todos concordaram e foi em homenagem a uma bailarina russa Anna Pavlova que visitou aqueles países em digressão.
É para aquelas bandas da oceania muito popular e normalmente servido por alturas do natal.

Por cá não é um doce muito popular, mas há já algum tempo que andava com vontade de fazer, só não tinha ainda surgido a oportunidade e foi para estas festas que saiu.

Tinha algum receio por causa do suspiro e não posso dizer que ficou maravilhoso alto e fofo, mas também com 4 claras não podia esperar um doce gigantesco, mas ficou douradinho e crocante por fora e macio por dentro como mandam as regras. Os frutos vermelhos são a combinação perfeita.

Para o suspiro
4 claras
230 gr de açúcar em pó.
1 colher de café de açúcar baunilhado
1 colher de sobremesa de sumo de limão
1 colher de sobremesa de maisena

Para a cobertura
1 pacote de natas frescas
2 colheres de sopa de açúcar
frutas a gosto

Bater as claras em castelo firme e quando estiver juntar o açúcar em pó e bater mais um pouco para envolver.
Juntar o fim o sumo de limão e a maisena e envolver bem sem bater.

verter a massa para um tabuleiro forrado com papel vegetal untado e levar ao forno a 150º durante 15 min, depois baixar para os 130º e deixar mais 45 min, no meu forno ficou branquinha, tive que ligar o gril uns minutitos para dourar um pouco.
Deixar arrefecer dentro do forno.

Retirar depois de bem fria e na hora de servir cobrir com natas batidas em chantily com pouquinho açúcar. 
Cobrir com frutas a gosto e está pronto.


Tanta curiosidade e vontade de fazer este doce e o desejo ficou cumprido e satisfeito, experimentei e para mim está experimentado, não será doce a repetir, é demasiado doce para os gostos cá de casa.

Com esta receitinha linda desejo a todas as minhas amigas e amigos, seguidores e simples visitantes um ano novo com tudo que mais desejarem, que seja um ano bom com muita saúde e alegria principalmente.

FELIZ 2014

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Bolo de canela

Ultimamente cá em casa o tempo voa, passo as minhas tardes a estudar e fazer trabalhos de casa, a mudança da primária para o 5º ano é uma mudança muito violenta, principalmente quando essa mudança ainda inclui a passagem de uma escolinha muito pequena com poucos alunos para um colégio muito grande... muitos colegas novos, muitos professores, muitas disciplinas, muito material e roupa para tomar conta.....
Por isso o tempo para cozinhados é muito pouco, aproveito a empregada para fazer comida para alguns dias e aproveito o fim de semana para fazer também eu algumas coisas para poder facilitar as coisas durante a semana, carnes estufadas, ou assadas, em que só precisa fazer acompanhamento ou pratos tipo lasanhas e bacalhaus em que só precisa aquecer e assim se passam as semanas  a correr

Este bolo saiu de uma dessas sessões de cozinhados de fim de semana. Um bolinho excelente, fácil, rápido e com estas quantidades fica um bolão enorme, muito bom para os lanchinhos de semana, fica super-fofinho e muito bom de sabor.

5 ovos
2 chávenas de açúcar
3 chávenas de farinha
1 chávena de óleo meti só meia chávena
1 chávena de leite
1 colher de café de fermento
3 a 4 colheres de café de canela

Bater tudo junto e já está.... era o que dizia a receita.
Eu achei uma grande misturada e fiz como manda a tradição e bati primeiro ovos com açúcar, depois juntei os líquidos alternados com os sólidos todos envolvidos, como costumo fazer para os outros bolos, só não separei gemas de claras.

Transferir para uma forma untada e polvilhada com farinha.

Foi a cozer em forno pré-aquecido a 200º durante 40 minutos, ficou um bocadinho queimado, porque não estava na posição certa do forno, como resolvi cozer um monte de coisas ao mesmo tempo e não cabia tudo, encavalitei os tabuleiros e formas uns em cima de outros....

domingo, 8 de dezembro de 2013

Bolo especial de limão

Este bolo retirei de um pacote de farinha da marca rainha, que comprei de propósito para fazer uns quadradinhos de coco que já tenho por aqui e achei original a receita, por juntar o limão, fresco, com os frutos secos, associados a bolos mais quentes e de inverno.

150 gr de farinha rainha
4 ovos
175 gr de açúcar
75 gr de manteiga
raspa de um limão
sumo de meio limão
1 chávena de passas, nozes e pinhões misturadas.(eu meti só algumas nozes)

Bater muito bem as gemas com o açúcar.

Juntar a raspa de limão, o sumo, a manteiga derretida e a farinha peneirada e envolver tudo muito bem.

Por ultimo envolver as claras em castelo e incorporar os frutos, mexendo levemente a massa, eu meti só algumas nozes, porque não tinha em casa os outros.

Forrar uma forma com papel vegetal untado de manteiga e colocar dentro a massa, eu não forrei com o papel, untei a forma e polvilhei com farinha e saiu muito bem.

Levar a cozer em forno pré-aquecido 200º durante 40 a 50 minutos o meu cozeu nos 40 min.  

sábado, 30 de novembro de 2013

Natas do céu

Ultimamente não tenho tido muito tempo livre para actualizar o blog, tenho muitas coisas para trazer cá, mas a vontade e o tempo não tem sido nenhum, vou tirando fotografias, mais por vicio de andar sempre com a máquina atrás do que propriamente para postar, porque o tempo tem sido muito escasso, entre horários acrescidos no trabalho e trabalhos escolares, fica tudo o resto para trás.

Esta é uma sobremesa de que gosto, mas não tenho hábito de fazer cá em casa, mas desta vez ela veio á mesa para um almoço com amigos.

200 ml de natas frescas tipo longa vida
6 claras
6 colheres de açúcar
1 pacote de bolacha Maria ralada

Doce de ovos
6 gemas
6 colheres de água
6 colheres de açúcar.


Primeiro fazer o doce de ovos.

Levar ao lume a água com o açúcar e deixar ferver até fazer um ponto grosso, deitar em fio com cuidado sobre as gemas batidas mexendo sempre, levar novamente ao lume para engrossar.
Reservar.

Bater as natas bem frescas até ficarem firmes, juntar 4 colheres de açúcar e bater mais um pouco.

Bater as claras em castelo e juntar o restante açúcar até ficarem bem firmes.

Envolver as claras com as natas  cuidadosamente

Picar a bolacha muito bem na 123 ou outro robot de cozinha.

Por fim montar o doce, numa taça grande ou em tacinhas pequenas, fica ao gosto de cada um.

Uma camada de natas, uma de bolacha ralada e outra de natas e por ultimo uma de doce para terminar bem, pode-se juntar algumas colheradas de doce de ovos entre as camadas.




domingo, 17 de novembro de 2013

Pêra em calda

Este ano decidi aproveitar pela primeira vez algumas das muitas pêras que temos sempre na quinta e que nunca aproveitamos, porque elas apodrecem antes de ficar maduras, é uma variedade que amadurece mais tarde e como não é tratada apodrece tudo.

Podia fazer doce, mas como cá em casa se comem poucos doces e os que faço acabo sempre por oferecer, decidi experimentar pêras em calda.

Experimentei primeiro com algumas, deixei repousar alguns dias e abri um frasco para experimentar para depois fazer mais se a coisa corresse bem e ficassem boas.
As pêras que utilizei são de uma variedade conhecida por cá como Pêras de inverno, é uma pêra bastante dura ou pelo menos enquanto não está bem madura e de sabor algo diferente, mas que fica muito bom assim em calda.


Pêras de inverno
500 gr Açúcar 
1 L Água


Estas quantidades são meramente indicativas, porque eu fui fazendo calda á medida que ia precisando para a quantidade de pêras que tinha, a proporção que usei na água e açúcar foi uma de referencia que me indicaram.

Primeiro descascar a pêra e cortar em pedaços do tamanho desejado, ir metendo em água para não oxidar e ficar negro.

Depois fazer a calda e . Pôr a ferver a água com o açúcar, não para fazer ponto, apenas para derreter o açúcar.

Meter nesta calda as pêras e deixar ferver 5 minutos, retirar para um frasco de boca larga esterilizado e seco, acabar de encher com a calda até tapar a fruta e tapar de imediato, a rolha deve vedar muito bem, ou daqueles frascos com borracha ou de metal.

Eu usei frascos reciclados, como se vê na fotografia, deve-se encher ao máximo com a pêra ou ele sobe na calda e fica no fundo muito liquido sub-aproveitado, porque temos que encher sempre o frasco com a calda ou não conseguimos tapar todas.

Levar estes frasco já fechados novamente ao lume, mergulhados até meio em água a ferver, durante mais 5 minutos, deixar arrefecer dentro da água.


Não sei se é a técnica perfeita, se há melhores processos para fazer fruta em calda, mas esta foi á minha maneira e parece-me que o resultado é bem satisfatório, o frasco que já abrimos estava muito bom, tanto na textura da pêra, como no sabor.

domingo, 10 de novembro de 2013

Migas de grão com bacalhau

Estas migas de grão é um prato que costumam servir no refeitório do meu hospital e eu que nem sou muito fã de grão, gostei tanto que tentei reproduzir cá em casa e foi do agrado geral.

Fiz à minha maneira e baseado no que vi e no modo como faço as outras migas e ficou muito bom.


Grão cozido
Couve branca/coração ou outra
Broa de milho
Alho
Azeite
Bacalhau em posta ou desfiado
Ovos
Farinha

Primeiro cozi o grão e reservei.

Entretanto levei ao lume a couve cortada em Juliana o mais fina possível em bastante água com sal, só mesmo para ferver.
Consegue-se partir a couve finíssima, se não se desmanchar o repolho, partindo só ao meio e depois em cima de uma tábua cortar fininho.

Cortei a broa em fatias para esfarelar de modo grosseiro, eu meti a casca e tudo.

Depois deste preparativos, piquei o alho que levei ao lume em bastante azeite, um dedo de altura no fundo do tacho, quando o alho já está a ferver bem, juntar a broa e deixar fritar um pouco e por ultimo envolver aqui a couve deixando harmonizar os sabores. Por ultimo juntar o grão e envolver.

Servi com bacalhau frito, podia ser frito em postas, mas eu preferi fazer de outra maneira, um sabor de infância que guardo na memória.

Bater os ovos com farinha para fazer um polme e envolver aí o bacalhau desfiado, eu usei migas de bacalhau demolhadas.
Depois é só fritar colheradas deste polme com o bacalhau 

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Quadradinhos fofos e húmidos de coco

Esta receita foi uma colega do serviço que me deu, já há algum tempo que a tinha para experimentar, mas como me pareceu um bolo muito calórico, esperei para ter um grupinho cá em casa para dividir essas malfadadas calorias
A oportunidade surgiu no aniversário do marido, que gosta de um pãozinho de ló e este para além da calda nada mais é do que pão de ló e como ele também gosta de coco, juntei o útil ao agradável.

Neste bolo utilizei uma farinha nova, porque diz que a receita pede mesmo essa e eu como não gosto muito de alterar receitas de bolos, comprei de propósito, não sei se vale a pena ou não, não sei se utilizando a do costume ficaria diferente, mas também não custa nada experimentar produtos novos.

2 canecas de farinha rainha
5 ovos
2 canecas de açúcar
1 colher de chá de fermento
sumo de uma laranja ou limão

Calda
1 lata de leite condensado
1 lata de leite de coco
Coco ralado para envolver.

Primeiro bater as claras em castelo e reservar.

Bater as gemas com o açúcar até ficar um creme fofinho, juntar o sumo de laranja ou limão, eu usei de laranja.
Envolver a farinha alternado com as claras se a massa ficar muito dura.

Levar ao forno num tabuleiro untado com manteiga e polvilhado com farinha, durante 30 minutos a 180º

Desenformar e deixar arrefecer um pouco, cortar em quadrados do tamanho que desejar.

Entretanto preparar a calda, misturando os dois leites num prato fundo e noutro prato colocar o coco ralado

Passar os quadrados todos pela calda e deixar absorver um pouco, eu molhei o bolo ainda antes de o cortar, mas não absorveu muita calda, temos mesmo que cortar e molhar cada quadradinho indivudualmente. Depois é só enrolar no coco ralado.

Ficou um bolo excelente, super-fofinho, e com um sabor delicioso, viciante mesmo, então fresquinho no dia a seguir ainda é melhor.

Com este bolo participo num  passatempoque a Marisa do blog Sweet my kitchen está a promover.

domingo, 13 de outubro de 2013

Bolo de cenoura e amendoa com kit kat

As postagens cá no blog andam um bocadito atrasadas, o começo das aulas e as mudanças de rotinas, não têm deixado muito espaço e vontade para grandes cozinhados e principalmente fotografias e escrituras, mas este tinha que trazer cá, porque foi o bolo de aniversário do meu menino.
De kit kat só tem nome, mas já tenho visto esta decoração em diversos bolos por aí e gostei muito do resultado visual, achei a ideia muito boa para uma festa de crianças, pelo que resolvi aproveitar-la.

Foi um sucesso, o delírio das crianças é total, nem sabem onde roubar mais, se nos kit kat se nas pintarolas :-)

Para o bolo fiz uma alteração á minha receita de bolo de cenoura que todos os meninos gostam e acrescentei-lhe amêndoa para lhe dar um toque diferente e também porque tenho muita congelada, que me veio de presente da vahiné.
Já tenho por aí no blog uma versão robot de cozinha, por isso deixo a receita com as quantidades em peso se fizer  no robot ou se fizer de modo tradicional  o mais pratico é medir por canecas e as que eu uso medem 200ml.

250 gr de cenoura / 2 Chávenas Cenoura (+/-2 cenouras grandes)
4 ovos
200 gr de açúcar / 2 Chávenas Açúcar
220 de farinha / 2 Chávenas Farinha
80 gr de óleo / 1 Chávenas Óleo
30 gr de leite (se meter só meia chávena de óleo)
1 colher chá de fermento.
7 colheres de sopa de amêndoa moída
Cobertura e recheio
200gr de chocolate de boa qualidade
200ml de natas
3 embalagem de barritas de chocolate ( kit kat ou genérico)
3 embalagens de drageias de checolate (pintarolas/smarties)

Para o bolo
Descascar a cenoura, ou retirar só as pontas e nós, eu descasquei.

Meter no copo da máquina e programar 15 seg vel. 9 para ralar, retirar do copo e reservar, no mesmo meti a amêndoa que tinha em laminas e com uns toques de turbo triturar bem e retirar também.

Meter a borboleta.

Juntar os ovos, o açúcar, o óleo e o leite e programar 1 min. vel.6.

Juntar a cenoura e a amêndoa e misturar uns segundos vel.3

Juntar por ultimo a farinha e misturar 30 seg vel.3.
Do modo tradicional é mais ou menos da mesma forma, sem grandes preceitos nem claras separadas.

Recheio e cobertura
Primeiro fiz um creme de chocolate, o favorito cá de casa que também já está por aí em vários bolos. Simples e bom, como convém.
Derreter em banho Maria 1 tablete de chocolate de boa marca com um pacote de natas e envolver muito bem, retirar e deixar arrefecer uns minutitos.

Abrir o bolo ao meio e rechear com o chocolate e cobrir também com o mesmo.

Decoração
Deixar arrefecer muito bem o bolo e o seu creme de cobertura antes de meter os chocolates e pintarolas, ou a coisa corre mal, derrete-se a decoração e não fica nada bonita.

Meter em volta as barritas de chocolate até cobrir o bolo todo, eu usei 3 embalagens de 200gr cada, porque o bolo tinha um diâmetro grande.

Cobrir com as pintarolas e com 3 pacotes não ficou uma grande concentração, mas foi q.b.

Atar em volta com uma fitinha colorida a gosto, a minha foi azul do porto, porque o meu menino é do futebol clube do porto e pediu azul, contra a minha vontade, que sou mais vermelho vermelhão, mas é assim a vida :-)

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Bife de vitela recheado com queijo gouda

Cá em casa ultimamente temos abusado dos bifes de vitela, porque o mais pequeno gosta muito, ele raramente pede para repetir comida, excepcionalmente pede para repetir sopa, principalmente se for canja,  mas o bifinho adora e pede quase sempre mais.

Bife de vitela da vazia ou outro tenrinho.
Queijo gouda
Mistura de especiarias
Manteiga e azeite q.b.
Polpa de tomate e mostarda a gosto
Alho
Sumo de limão

Temperar os bifes com uma mistura de especiarias moídas na hora, sumo de limão e sal a gosto, deixar a marinar durante mais ou menos 30 min.

Por uma mistura de manteiga e azeite a aquecer com alhos esmagados, passar nessa mistura os bifes de ambos os lados, só mesmo um bocadinho.
Retirar do lume e meter uma fatia de queijo gouda entre duas metades de bife e agarrar ambas com um palito, levar novamente ao lume, até derreter o queijo.
Retirar a carne e juntar na frigideira um pouco de polpa de tomate e mostarda a gosto e deixar envolver um pouco com a gordura e suco da carne.

Com batatas fritas provavelmente ficaria melhor e um prato mais bonito, mas cá em casa essas senhoras entram muito pouco, uma massinha branca ou arroz, resulta bem e é muito mais saudável...

domingo, 22 de setembro de 2013

6 anos de blog

Quem diria....

Não é uma tarefa fácil manter um blog actualizado por tanto tempo e sem interrupções, com mais ou menos regularidade.Só mesmo com muito gosto é que se consegue e quem tem um sabe do que falo, por vezes a inspiração não é muita, quer para cozinhar, quer para escrever e até para fotografar.

A rotina do dia a dia, trabalho, casa, escola e actividades dos filhos, não deixa muito tempo livre para estas actividades extras, jantar tarde por causa das actividades e estudos dos filhos não combinam muito com a tarefa de fotografar a comida...

Por outro lado quando se tem por habito fazer uma alimentação mais ou menos cuidada e se tem uma criança, que até come muito bem, mas tem as suas "coisas" não é fácil trazer aqui muitas novidades, porque uma coisa que se come muito cá em casa é peixe grelhado ou cozido e muita carne grelhada, logo não há muito por onde fotografar e nem seriam muito apelativas as receitas, para além disso como em todas as casas temos as nossas preferências e acabamos por fazer muitas vezes a mesma coisa....

Por exemplo em mês de aniversários, o pequeno quis aquele bolo de cenoura com chocolate, a mãe quis aquele quindim que adora e para aproveitar as claras quem iria querer outra coisa que não aquela torta de chocolate, para o pai já sabemos que nada melhor que um delicioso pão de ló, para entradas uma sapateira recheada, ou um pão recheado fazem sempre as delicias cá de casa, por isso inventar ou procurar coisas novas se o que gostamos mais já está cá em casa...

Não é fácil, mas como é com muito gosto que vou mantendo o blog actualizado, principalmente porque a ideia/função inicial se mantém cada vez mais actual, arquivo das minhas receitas favoritas, o blog vai andando para a frente, sempre igual a si mesmo e já lá vão 6 anos.




quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Sopa de Beldroegas á moda cá de casa

Em tempos tive em minha casa esta planta que se vê na fotografia(ao centro) mas que quando é maior tem um tronco até bonito, mas como ela não crescia e ficava meio feia, para não a deitar para o lixo, levei-a para a quinta e plantei-a na terra, cresceu e cresceu e teve montes de filhotes, está lá muito mais alta que eu.

Agora que mudei de casa e tenho uma varanda maior e virada ao sol, achei que era boa ideia trazer uma pequenina outra vez, para ver se também esta gosta da casinha e se desenvolve bem, mas com ela veio também terra lá da quinta.

E eis então o que começou a crescer com ela.... este monte de beldroegas....como cá em casa nada se desperdiça, tudo se aproveita, deixei crescer e apanhei para fazer uma bela sopa.

Pesquisei as sopas de beldroegas e o que encontrei foram sopas á moda alentejana, com pão, mas não era essa sopa que me apetecia fazer e fiz como se de agrião ou espinafre se tratasse.

Beldroegas
Batata
Cenoura
Cebola
Courgete
Ovos
Sal e azeite q.b.

Levar a cozer os legumes para o creme, junto com os ovos e sal.

Depois triturar tudo sem esquecer retirar os ovos ou teremos casquinhas á farta pela sopa, o que não me parece muito apetecível.

Juntar as folhas das beldroegas, o azeite e deixar ferver só mais um bocadinho.

Por ultimo picar os ovos cozidos e juntar na sopa toda ou colocar alguns em cada taça. 

Fica uma sopa muito agradável.

terça-feira, 3 de setembro de 2013

Mousse de manga

Já tenho por aqui no blog outra mousse de manga, mas esta receita que uma coleguinha me deu é melhor, muito maisssss calórica..., mas de vez em quando há que quebrar as regras, com iogurte é bom, mas com natas é muito melhor.

Esta leva gelatina de sabor o que ajuda também a fazer a diferença, é muito melhor que com as folhas de gelatina.

1 lata de polpa de manga pequena
2 pacotes de natas
1 lata de leite condensado
1 envelope de gelatina de manga/pêssego

Primeiro fazer a gelatina tal como vem nas instruções do pacote, ou se quiser a mousse mais sólida, deve fazer-se com menos água, eu fiz como indica o pacote. Deixar arrefecer á temperatura ambiente.

Entretanto preparar o creme com os outros ingredientes.
Bater as natas em chantily e adicionar o leite condensado e a polpa de manga, envolvendo tudo muito bem. 

Por ultimo juntar a gelatina que já deve estar fria e bater mais um pouco com a batedeira.

Fica com uma textura muito leve, tipo nuvem que se desfaz na boca.

sábado, 24 de agosto de 2013

Pudim de caramelo e bolacha

Cá em casa nunca tive muito habito de comprar pudins de pacote, mas agora com o pequeno os hábitos já não são o que eram e ele gosta muito mais de um pudim de pacote do que do melhor pudim caseiro que eu possa fazer, por isso de vez em quando compro e faço mais para ele.

E os hábitos mudaram um pouco e não foi só nos doces, na alimentação em geral, quem tem crianças sabe que eles são um bocado de ideias fixas e gostam de coisas mais simples.
Cá em casa dentro de certos limites vamos mudando algumas coisas, se há coisa que não entraram em grande, tipo batatas fritas e fritos em geral, há outras que entraram aos poucos, tipo salsichas e as carnes picadas, estas entraram, mas feitas em casa. Outras há que fomos abolindo aos poucos, tipo pudins de legumes e legumes estufados, é muita verdura concentrada...

Por isso, um dia destes tinha um pacote de pudim de caramelo e não foi dos sabores que ele gostou mais, por isso dei-lhe um ar diferente para ver se a coisa ia melhor.

1 pudim de pacote de caramelo
100 gr de açúcar
1/2 litro de leite
Bolacha Maria ralada

Fiz o pudim segundo as instruções do pacote.
Ralei bolacha Maria  e meti tudo em camadas, começando com pudim e terminando com a bolacha.

Fresquinho até se comeu bem.

Mas estes pudins com sabores também não são os meus preferidos e pudins de pacote para mim são os do velhote da caixa azul, esses sim lembram-me a infância eram esses que comia em casa da minha mãe e da minha avó, que os tinha lá sempre á nossa espera quando nós chegávamos.

terça-feira, 20 de agosto de 2013

Há vidas mais baratas não são é tão boas... Algarve

Viajar é para mim uma das coisas que mais me dá prazer, conhecer novos sítios ou não, sair da rotina do dia a dia e de nossa casa, ir para outras paragens, nem que seja só para dar uns bons mergulhos e comer boa comida da região é muito reconfortante e suficiente para regressar a casa com a alma cheia, para encarar um novo ano. 

Este ano o destino de férias de verão foi o sul, pelas razões de sempre calor e água quentinha  garantidos.
Neste caso sul, mas a ponta oeste ou seja o barlavento e se tem vento... mas um vento suportável e ainda assim poucos dias.

Para mim já o devo ter dito por aqui, mas repito, esta é a zona mais bonita do Algarve, pelas praias de rochas amarelinhas e prainhas pequenas lá no fundo isoladas do mundo, só com o mar em frente e não sei se por serem pequenas o pessoal deve fugir delas e por isso nem sequer têm muita gente nesta altura mais alta de veraneio, uma agradável surpresa.

Deixo uns postalinhos de Lagos uma das mais bonitas e bem cuidadas cidades do Algarve


Da zona de sagres e da sua fortaleza com os canhões apontados, não vá o inimigo surgir de repente :-)

Um pouco das prainhas e da Ponta da Piedade com as suas grutas


Os faróis da zona.
Por ordem: Ponta da Piedade, Farol de Sagres e o Farol do cabo de S. Vicente (3 fotografias de baixo) que podemos visitar e muito bonito por certo.


Diversão na praia e piscina


Foram umas férias bem ao gosto do meu menino, água, areia e piscina para saltos, mergulhos e cambalhotas

Para terminar e como não podia deixar de ser, deixo para abrir o apetite, um dos pratos típicos desta região, a bela cataplana de peixe, que também pode ser de marisco ou do que se quiser, fica á nossa imaginação.
Esta estava deliciosa e tinha uma erva aromática que nunca pensei por e nem nunca tinha comido nenhuma cataplana com ela, mas que faz toda a diferença e é a hortelã, para além dos coentros típicos neste tipo de prato e que eu já uso, vou ficar de olho nesta descoberta, porque adorei.

Agora deixo uma pergunta, tenho uma cataplana guardada na garagem, porque como o meu fogão é de vitrocerâmica, ela não se adapta, alguém tem alguma sugestão de adaptação, para a poder utilizar?!

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Iogurtes de coco, sólidos e liquidos

Cá em casa ficamos fãs dos iogurtes líquidos, faço todas as semanas e os que têm mais fãs são os que tenho já por aí só com aroma de morango.

Estes de coco, experimentei á revelia do mais pequeno que diz não gostar de coco, mas fiz e ele depois de provar perguntou se tinha coco, porque notava umas migalhinhas na boca, eu disse-lhe que não tinha coco ralado e não menti, porque o coco foi pulverizado na máquina e por isso não se nota muito, mas o sabor estava lá e ele adorou, aliás bebe uns a seguir aos outros e não gosta de coco :-)

Esta fornada ainda levou o aroma de morango, mas a próxima vai sair mesmo sem aroma, só coco mesmo.

Para os liquidos
1300ml de leite meio gordo
80gr de açúcar
30gr de gelatina de morango
10gr de leite em pó
2 colheres de sopa de coco ralado
1 iogurte natural sólido

Primeiro pulverizar o coco com uns toques de turbo, ou mais tempo na vel.10. Juntar o leite e bater 2 min.vel.9

Meter os restantes ingredientes excepto o iogurte no copo da máquina e programar 5 min. 50º vel.4

Depois juntar o iogurte e misturar mais 30 seg. vel. 5

Retirar o copo da máquina e embrulhá-lo bem num mantinha polar e deixar assim durante 8 horas, eu deixo a noite toda.

De manhã voltar a colocar o copo na máquina e programar 30 seg vel 5 e transferir para garrafinhas de vidro e colocar no frigorífico para ficarem fresquinhos, esta quantidade deu oito frascos.

Os sólidos fiz também na máquina.
800 ml de leite
2 colheres de sopa de leite em pó
2 colheres de coco ralado
30 gr de gelatina de morango
80 gr de açúcar
1 iogurte de compra.

Primeiro pulverizar o coco com uns toques de turbo, ou mais tempo na vel.10. Juntar o leite e bater 2 min. vel.9

Meter os restantes ingredientes excepto o iogurte no copo da máquina e programar 5 min. 50º vel.4

Depois juntar o iogurte e misturar mais 30 seg. vel. 5

Depois é só transferir para a iogurteira e deixar toda a noite. Depois é só meter no frigorífico para refrescar.

Muito bons os dois e se pensarmos que cada iogurte liquido sai a metade do preço dos comerciais e com o dobro da qualidade, porque não têm tantos aditivos temos mais é que fazer mais e mais :-)

E quando esta mensagem sair estarem em viagem para as merecidas férias

Boas comidinhas por cá e até ao meu regresso :-)

sábado, 27 de julho de 2013

Quiche de legumes e salsicha

Esta quiche fiz para a festa de encerramento da catequese e escuteiros, em que há um almoço partilhado onde cada família leva o seu próprio almoço ou algo para partilhar com os seus amigos, ou mesmo desconhecidos, se ficarem na mesma mesa, um ambiente muito engraçado que a paróquia onde o meu filho anda nos escuteiros consegue criar.
Eu fiz a quiche, porque no meu grupo de amigas (mães dos colegas do meu filho) cada uma ficou de levar algo e a mim coube-me a quiche e um doce.

Para mais rápido fiz tudo no meu robot de cozinha, arroz doce, que ainda não lhe achei o ponto e esta quiche.

Salsichas porquê? se cá em casa não entram muito...porque para a sessão de cinema também nos escuteiros o filhinho tinha que levar salsichas para cachorro e eu comprei a mais.

Para a massa:
300gr de farinha
130gr de manteiga
70gr de água
1 pitada de açúcar
1 pitada de sal

Para o recheio:
Uma courgete pequena
Uma cenoura média
1/2 cebola
1 frasco de salsichas
Azeite q.b.
4 ovos
1 pacote de natas
Queijo ralado q.b.

Para a massa deitar no copo todos os ingredientes e programe: 20 segundos vel.6.
Retire e amasse mais um pouco á mão.

Em seguida meter no copo a cebola com o azeite e programar 5 minutos 120º vel.1 antes de terminar o tempo meter pelo buraco da tampa a cenoura e a courgete.

Quando terminar o tempo programar mais alguns 5 min. vel. 1 sem temperatura.
No fim se necessário triturar mais um pouco com uns toques de turbo, se os vegetais não ficarem bem triturados e acrescentar as salsichas cortadas ás rodelas e os ovos batidos com as natas e misturar só mais um pouco vel 3.

Forrar uma tarteira com a massa e deitar o recheio em cima, aconchegar e polvilhar com queijo ralado a gosto.

quarta-feira, 24 de julho de 2013

Pássaros feridos

Já que a cozinha anda um pouco off , a vontade de ir de férias é muita e a vontade de tirar fotografias ao que se faz por cá é pouca,  hoje trago um livrinho que acabei de ler e que adorei, uma boa sugestão para levar na mala para quem vai de férias.

Quem se lembra da serie televisiva Passaros-feridos? eu lembro-me, não me lembrando muito da história, tinha uma vaga ideia e a ideia que tinha era de um filme espectacular, pelo que logo que vi o livro á venda comprei, até porque já tinha lido outro desta autora e tinha gostado muito.

Uma verdadeira saga, á semelhança do outro que li dela, a acção desenrola-se ao longo de vários anos e prende-nos a atenção desde o principio até ao fim, não é daqueles livros grandes que pelo meio a história mastiga e enrola e nunca mais se sai dali, este a cada folha que lemos, a história desenvolve-se muito e temos que ler mais e mais, porque a vontade de saber o fim é grande. Uma leitura perfeita.

Sinopse
Um dos romances mais lidos e apreciados de todos os tempos, Pássaros Feridos é uma saga de sonhos, paixões negras e amores proibidos. Passada na Austrália, percorre três gerações de um indomável clã de rancheiros cujas vidas vão ganhando contornos numa terra dura mas de grande beleza ao mesmo tempo que vão lidando com a amargura, a fragilidade e os segredos da sua família. Uma apaixonante história de amor, um intenso épico de luta e sacrifício, uma celebração da individualidade e do espírito. É sobretudo a história de Meggie e do padre Ralph de Bricassart - e da intensa ligação de dois corações e duas almas ao longo de uma vida inteira, numa relação que ultrapassa perigosamente as fronteiras sagradas da ética e do dogma.
Boas leituras

quinta-feira, 18 de julho de 2013

Bolo de bolacha com manteiga

Quem nunca fez bolo de bolacha.... pois cá em minha casa este tradicional com manteiga se alguma vez fiz nem me lembro, é um bolo que fazia muito quando era jovem, mas agora na era do leite condensado e das natas, esqueci.

Relembrei agora, porque tinha na ideia que o marido gostava muito, mas só de ver a quantidade que leva de manteiga fartou-se de resingar, diz que já não tem idade para comer tanta gordura, se gostou foi em tempos idos quando era inconsciente....

Pois como já tinha pensado fazer, fiz mesmo, sou de ideias fixas e teimosa, mas pensei vais ter que o comer se o menino não gosta, vais come-lo sozinha vais vais...

Pois nem tive tempo de tirar fotografia do bolo inteiro e nem de o polvilhar com bolacha ralada, porque quando dei conta já estava meio comido, o pequeno que adora manteiga delirou com o creme, aliás queria comer á colher um bocado que sobrou, eu é que não deixei, mas meteu lá os dedinhos várias vezes :-)

250 gr de açúcar em pó
250gr de manteiga magra sem sal
1 gema

2 chávenas de café (20%)
2 pacotes de bolacha torrada

Fiz o creme no meu robot de cozinha, meti os 3 primeiros ingredientes e bati tudo 2 min vel.5

Depois fiz café, daquele de frasco típico para pequeno almoço, (não fiz café mesmo por causa do menino) para molhar as bolachas.

Molham-se as bolachas ligeiramente no café para não se desfazerem e metem-se em camadas, alternadas com o creme. Termina-se barrando o bolo todo e pode-se polvilhar com bolacha ralada a gosto.

O meu creme ficou muito mole, porque usei manteiga mesmo, não sei se foi por isso ou se foi por causa do calorão que está,  pelo que eu meti um bocado o creme no frigorífico, mas mesmo assim o bolo começou a escorregar para os lados. Meti-o no congelador e ficou muito bom, uma variante diferente, bolo de bolacha gelado :-)

domingo, 14 de julho de 2013

Refresco de limão, framboesa e hortelã

Ultimamente a cozinha cá de casa tem andado meio parada, com o calorão que tem estado, nem apetece comer quanto mais cozinhar, não há quem aguente 40 e tal graus, eu pelo menos não aguento, detesto calor assim sem o mar na frente para me refrescar.

Por isso forno nem pensar e quanto menos fogão melhor, se não fosse o mais pequeno as refeições estariam mesmo resumidas a saladas e pouco mais, assim temos abusado do peixinho grelhado, as belas sardinhas que este ano estão no seu melhor e coisas assim leves que não tem grande interesse trazer cá para o blog.

Para refrescar experimentei uma espécie de limonada baseada numa que vi algures e que adorámos, ficamos fãs, até o pequeno que prefere sempre sumos de pacote por serem mais docinhos se tiver essa alternativa, se rendeu a esta limonada quase sem açúcar.

1 limão
1 chávena de framboesas
2 colheres de sopa de açúcar
600 ml de água fresquinha
Folhas de hortelã

Eu fiz no meu robot de cozinha, mas pode ser feito num vulgar copo misturador.

Tirei a casca do limão e meti tudo, excepto a hortelã no copo do robot de cozinha, programei 30 seg na vel. 6, depois juntei a hortelã e misturei mais uns segundos na mesma velocidade.

Eu meto nos copos assim mesmo, mas para o pequeno tenho que coar pelo coador do chá, porque não gosta das sementes da framboesa e das pintas verdes... mas é fácil e assim agradamos a todos.
Faltou o gelo, porque se gastou todo nos últimos tempos e não lembrei de fazer mais, mas fica muito bem.

sexta-feira, 12 de julho de 2013

Uma espécie de tortilha no forno

Esta espécie de tortilha no forno serviu para aproveitar umas sobras, lembrei-me de fazer assim, porque tenho visto por aí omeletes no forno e resolvi experimentar.

Com sobras de
Batata cozida
Bacalhau cozido
Grelos cozidos
e mais
4 ovos

Fiz esta tortilha

Juntei as sobras todas partidas e misturadas num refractário de ir ao forno.
Bati os ovos, temperei com um pouco de sal e pimenta e deitei por cima dos legumes.

Foi ao forno até cozerem os ovos e aquecer tudo o resto.
Mais uma solução para aproveitamentos

segunda-feira, 8 de julho de 2013

Esparregado triturado/passado

Esparregado ou ervas como se chama na minha terrinha, é uma coisa que faço muito cá em casa, os adultos gostamos muito, o pequeno come...
Assim tudo triturado/passado nunca tinha feito, talvez por não ser habito de fazer assim na casa da minha mãe, mas eu até gosto, o marido já não aprecia tanto.

Fiz assim, porque as nabiças já estavam congeladas e tinha uma grande quantidade que queria gastar.

Para ser mais rápido e por ser tudo triturado, fiz no meu robot de cozinha e o resultado foi bom.

400gr de Nabiças
3 dentes de alhoAlho
30gr de azeite
50gr de farinha
Sal a gosto

As nabiças como já estavam congeladas, dei uma fervura em água e sal, só para descongelar e cozer um pouco.

Meti os alhos no copo da máquina e triturei uns segundos na vel.5

Juntei o azeite e programei 5 min 120º vel.2.

Juntei aí as nabiças e salteei durante 3 min, 120º vel 2

Por ultimo acrescentei a farinha e programei 20seg vel 7.

Era suposto acrescentar leite e vinagre, mas esqueci-me e ficou assim mesmo e só no fim de comer achei o sabor diferente, era a falta do vinagre, sim porque leite nunca meti em esparregado nenhum, mas gostámos na mesma, ficou diferente na textura e no sabor, mas gostámos.

domingo, 30 de junho de 2013

Bolo fácil de chocolate

Como diz a minha mãe o que é fácil não tem graça.

Pois foi o que me aconteceu, um dia destes na azafama do dia a dia esqueci que o meu menino tinha que levar um bolo para a escola para a despedida de uma estagiária, só quando ele veio do treino e me perguntou pelo bolo é que me lembrei....

Já depois de jantar como estava cansada, fui ao sitio do costume e pesquisei bolo fácil B**** (daquele robot maravilha), mas que a mim ainda não me convenceu a fazer bolos na totalidade, todos que fiz lá ficaram meio sem graça, gosto de lá fazer por partes, mas tudo de enfiada não...

A receitinha tal qual encontrei reza assim

4 ovos
1 chávena de açúcar
2 chávenas de farinha
125gr de chocolate em pó
1/2 chávena de óleo
1 chávena de leite morno

E mais fácil não existe, meter tudo no copo da máquina, programar 30seg vel.4

Eu polvilhei com formiguinhas de chocolate antes de ir ao forno

Levar a cozer em forno a 180º 50min.

O resultado não provei, nem vi o interior, mas o exterior não cresceu muito e como não deixei os 50 min no forno, que me pareceu muito e o bolo tinha ar de estar cozido, baixou um pouco.

O filhinho disse que os meninos gostaram muito... é o que interessa.

terça-feira, 18 de junho de 2013

Biscoitos de canela

Estes biscoitinhos que já andava a namorar há algum tempo  fiz um dia destes e superaram as expectativas, mas cá em casa gostamos muito de canela.
Ficaram tão bons mas tão bons que não passaram de uma tarde, desde que saíram do forno até ir para a cama evaporaram-se.

Para o menino que não aprecia canela, fiz meia dúzia envoltos em chocolate em pó e ele também gostou, devorou os dele e reclamou por serem poucos, para a próxima dobro a receita.

300 gr de farinha
125gr de manteiga
100 gr de açúcar
1 ovo
canela q.b.

Meter os ingredientes todos excepto a canela no copo do robot de cozinha e programar 30 seg vel. 6

Retirar do copo e fazer pequenas bolinhas do tamanho de uma noz e meter a rolar numa taça com canela.

Colocar as bolinhas com algum espaço entre elas num tabuleiro com um tapete de silicone ou na falta de um meter em cima de papel vegetal untado de manteiga.

Os que envolvi em chocolate, ficaram mais lisos, não abriram tanto, não sei porquê, mas ficaram bons na mesma