quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Batatas Hasselback

Estas batatas com um nome tão pomposo, já há muito tempo que as vejo nos blogs e já há algum tempo que andava com vontade de as fazer, porque cá em casa gostamos muito de batatas e se for com casca melhor.

Este nome pomposo vem do nome do Restaurante Hasselbacken em Estocolmo que as preparou pela primeira vez.

Já vi varias versões, com casca, sem casca, com manteiga e com azeite, com queijo e sem queijo, mais tempero ou menos, por isso parecem-me muito versáteis e excelente acompanhamento para vários pratos, por cá ficámos fã e iremos repetir concerteza.

Batatas de tamanho médio
Azeite
Sal aromatizado casa do sal
Oregãos, alecrim.....

O procedimento é simples, e o tempero é ao gosto de cada um.

Cortar as batatas em fatias fininhas, o mais fino que conseguir, sem cortar a batata até ao fundo, para isso podemos espetar um palito de espetadas ao comprido na batata e esse palito é o limite, como sugere a amiga Gina eu não fiz isso por não ter os palitos e meia volta lá escorregava a mão e traz... batata cortada, mas não foi problema, encostadinhas umas ás outras não se desmancham.

Depois é só colocar num tabuleiro de ir ao forno e regar com azeite, foi o que eu usei, ou colocar em cima umas nozes de manteiga e polvilhar com temperos a gosto, eu como perdi os meus frascos de especiarias, andam em parte incerta, polvilhei com a única coisa que não desapareceu, sal aromatizado para grelhados da Casa do sal da Figueira da foz (que ganhei deles de presente e nem sei onde concorri para lá ir agradecer, por isso agradeço aqui), e com oregãos.

Levar ao forno durante 30 min mais ou menos a 250º e a meio regar novamente com mais azeite.

Ficam deliciosas, para além de bonitas.

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Rolinhos de Perú.

Mais uma receitinha daquelas que dá sempre jeito saber, porque são super-fáceis, super-rápidas e ainda por cima boas e bonitas, tantas qualidades que é difícil resistir.

Só tem dois requisitos gostar de natas e queijo...

Foi uma colega de serviço que me deu a dica e eu já andava para experimentar há algum tempo, porque é bem o género que eu gosto e não me desiludiu, muito bom...

Com
4 bifes de Perú
4 fatias de fiambre
8 fatias de queijo, usei Gouda
1 pacote de natas de cogumelos
                                e sem tempero nenhum

Esticar os bifes numa tábua e colocar em cada um uma fatia de fiambre, e duas de queijo, só para cobrir tudo, não em altura.


Enrolar e colocar num tabuleiro que possa ir ao forno, espetar um palito, para que o rolinho não se desmanche e cobrir com as natas de cogumelos.

Levar a forno bem quente durante mais ou menos 30 min.
 O queijo como no geral deste tipo de pratos saiu em grande parte para o molho, o que o torna ainda melhor, para além do sabor das natas
O acompanhamento pode ser o que quisermos, puré para quem gostar, arroz ou mesmo umas batatinhas mistério, que saem dentro de pouco tempo :-)

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Fotografias.... diz que excedi a quota!!!

Este post é só para cometar uma coisa que me aconteceu, não sei se já aconteceu a mais alguém por aqui nos blogs.

Quando tentava agora há minutos meter umas fotografias numa mensagem, pelo processo normal de carregamentos a partir das imagens do meu computador, apareceu-me esta mensagem

"Ups! Não tem mais espaço. Atualmente, está a utilizar 100% da sua quota de 1 GB para fotografias. Atualize o armazenamento"

Será que já apareceu a alguém alguma coisa parecida ou sou eu que exagero na quantidade de fotografias? e terei que passar a por os meus bolinhos sem imagem???


Esta Imagem meti através do carregamento pelo url de um site de armazenamento de imagens tipo Photobucket  só que isso é uma seca, seleccionar as imagens, carregar para o site e depois colar aqui...

Alguém sugere algo mais fácil e prático? como contornam esta situação ou como carregam as vossas imagens?

domingo, 18 de novembro de 2012

Tarte de Mirtilos

Esta tarte foi retirada do blog da Andreia que tem umas receitinhas muito boas e esta foi daquelas que assim que a vi ficou-me logo na cabeça e eu quando gosto mesmo de uma receita, rapidamente encontro uma situação para experimentar e como há sempre uma situação para celebrar, cá está ela, a situação a celebrar foi uma, mas a publicação sai num dia em que faz dois anos que o meu pai partiu, e para ele em jeito de homenagem...
Massa
300gr de farinha
110gr de açúcar
2 gemas mais um ovo inteiro
110gr de manteiga
1 colh de chá de fermento
Uma pitada de baunilha em pó
raspa de meio limão

Creme de queijo
250gr de queijo creme(tipo filadelfia, eu uso phoenicia fresco magro)
1 iogurte natural
2 ovos
40gr de açúcar
40gr de maisena
1/2 colher de chá de raspa de limão
1 colher de chá de açúcar baunilhado (usei uma pitada de baunilha em pó)

Doce de Mirtillo
270gr de mirtillos congelados
120gr de açúcar
50ml de água
2colheres de chá de maisena

Para fazer a massa meti todos os ingredientes na Mycook e marquei 2min. vel.amassar. levar ao frigorífico durante meia hora envolto em película aderente.

De modo tradicional recomenda a receita amassar todos os ingredientes e se a massa ficar pegajosa, adicionar mais farinha, eu neste tipo de juntar mais... não me oriento....., gosto de tudo medido ao milímetro  porque a massa ficou de facto pegajosa e não se esticava de jeito nenhum, ou melhor ela esticava, só que não se conseguia levantar da banca, porque se rasgava toda, sem consistência, uma boa sugestão da andreia para transferir a massa é esticá-la em cima de uma folha de papel vegetal, pena que eu só a vi depois de passado todo o problema... é o que dá tirar só os ingredientes e uns tópicos das receitas....

A massa da base estiquei-a com as mãos directamente na tarteira a da cobertura fui juntando farinha sem grande fé e lá consegui esticar uma placa e metê-la em cima.
Enquanto a massa descansa no frigorífico preparei o recheio e o doce.

Para o doce de Mirtillo é só meter todos os ingredientes num tachinho e levar ao lume até engrossar, em lume brando durante 5 minutos (ficou completamente liquido). Triturar e passar por um passador de rede para escoar sementinhas e peles, é o que a receita recomenda, eu dispensei esta parte. deixar arrefecer completamente antes de utilizar.

Para o creme de queijo juntar todos os ingredientes numa taça e bater com a batedeira até obter um creme liso, deixando os ovos para o fim e adicionando-os um a um. reservar.

Para montar a tarte, esticar 2/3 da massa numa forma de tarte e em cima deitar o creme de queijo, cobrir com o doce de mirtillo e por ultimo com a restante massa esticada.

Esta parte foi um bocadinho complicada, porque os doces ficaram meios líquidos e não havia maneira de os meter em camadas e o problema de esticar a massa que ia ficando sem cobertura. 

No fim de tudo e da cobertura estar em cima, unir os bordos e levar ao forno pré-aquecido a 180º durante mais ou menos 30 min ou até ficar douradinha.

Ficou o recheio misturado em vez de camadas, mas foi um sucesso, deliciosa, com um sabor tão suave e tão  pouco doce que apetece comer mais ainda, viciante.

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Um feijão que era para ser uma feijoada

Comprei uma lata de feijão preto já há muito tempo e nunca fiz nada com ela, porque queria fazer uma feijoada á brasileira, com tudo, o feijão, a couve, a farofa e sei lá que mais, mas nunca tinha tudo na hora de fazer e na hora de comprar não me lembrava.

Na minha febre de gastar tudo que tinha no congelador e cozinha por causa da mudança, lá foi a latinha do feijão para a panela também, pois quanto menos tivesse no armário menos teria que encaixotar....lá gastei a lata de feijão, sem os devidos acompanhantes.
Foto meio desfocada, pelos vapores..... a pressa é inimiga da perfeição :-)

Assim com

1 lata de feijão preto
100gr de bacon
3 ou 4 dentes de alho
1 cebola pequena
Polpa de tomate a gosto.
Azeite q.b.

Piquei a cebola e o alho e meti a refogar em azeite, junto com o Bacon.

Depois da cebola estar transparente, juntei o feijão com o respectivo molho, umas colherzinhas de polpa de tomate e deixei cozinhar só até ferver.

Acompanhamos com arroz branco e carnes grelhadas e ficou muito bom, aprovadissimo, ainda que no fim este feijão nem me parece bem preto...para a próxima tenho que cozer mesmo feijão preto, e tratar dos acompanhantes, porque cá em casa ficaram fãs.

sábado, 10 de novembro de 2012

Arroz doce na Mycook

Quando o frio chega o que apetece são docinhos quentinhos e nada melhor que um arroz doce quentinho, mesmo acabado de fazer.Para isso é bom ter uma máquina que faz tudo sozinha, enquanto fazemos o resto do almoço ou jantar.
E esta foi mais uma experiência Mycook, mas foi uma coisa em que não encontrei grande vantagem, porque eu já tinha uma receitinha muito fácil e que nem demora mais que esta e ainda tem menos procedimentos, a única vantagem é mesmo fazer sozinha sem ser preciso estar a mexer.

Mas já que tenho a maquineta há que aproveitar para experimentar e testar, para ver se fica melhor pior ou igual e o que valer a pena há que aproveitar, o que não valer é só largar.

Voltei para editar este post, pela primeira vez em 5 anos de blog, mas penso que vale a pena pelo comentário que a Joana me deixou e que diz nunca ter comido arroz doce, para mim uma coisa quase impensável, visto que na minha zona é um dos doces com mais tradição, eu cresci a ver as minhas tias e avós a fazer arroz doce de leite purinho de cabra ou ovelha e o arroz nunca levava água e cozia que era uma maravilha ao contrário do que se vê agora por aí,"tem que abrir primeiro na água", ficava um arroz doce supercremoso e não levava gemas, branquinho purissimo e delicioso, mas levava horas a fazer e muita paciência para mexer, no fogão ou ao lume em belos caldeiros de cobre.

Havia também uma tradição em que quando havia um casamento, os pais dos noivos faziam caldeirões e caldeirões de arroz doce que colocavam em grande pratos fundos, para entregar aos amigos e vizinhos de que se gostava, mas que não iam ao casamento, uma oferta simbólica que depois os noivos iam de casa em casa entregar o dito arroz doce e no regresso traziam uma pequena lembrancinha, uma tradição muito bonita, mas que se perdeu no tempo...


segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Pão integral amassado na Mycook

Pão integral amassado na Mycook com a receita base que vem no livro.

Foi o primeiro e até agora o último, porque ainda que ficou um pão muito bonito, o resultado não foi o melhor, não em sabor que até ficou bom, mas em tamanho que não cresceu quase nada, por enquanto continuamos a utilizar a velhinha e quase gasta máquina do pão.

400gr de farinha(usei farinha integral própria para máquina de pão também)
200gr de água
50gr de azeite
30gr de levedura prensada(usei própria para máquina de pão tipo ramazzotti)
2c/c de sal
2c/c de açúcar

Meter todos os ingredientes no copo e programar 2min.velocidade amassar.

Retire a massa e deixe-a repousar durante 2 horas numa forma especial para forno, untada com azeite e coberta com um pano.

Coza no forno durante 20min a 220º e ao retirá-lo deixe arrefecer sobre uma grelha para que o ar circule.

Pode-se adicionar nozes, azeitonas ou outros condimentos a gosto, para fazer pão de diferentes sabores.

O meu pão não cresceu quase nada, não sei o que falhou, se foi o fermento que não é próprio para estas máquinas, se deveria ter usado fermento fresco em cubo, ou se foi o tempo que esteve a levedar sem qualquer fonte de calor, ou se deveria ter usado água morna, mas a receita não diz............
Em baixo a massa antes de levedar, quase igual ao pão já cozido em cima..........

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Bolo de Pêra

Depois da tormenta dizem que vem a bonança, eu ainda estou á espera dela, porque depois de passar o camião que carregou a tralha toda, ficou a tormenta para desembrulhar tudo, como é possível acumular-mos tanta coisa ao longo dos anos, umas muito boas e uteis, mas outras completas inutilidades e ainda outras completamente superfulas... mas enfim é assim e cá estou já com o meu escritório meio arrumado e em condições mínimas de trabalho, para regressar á rotina e uma das rotinas cá da tasca é o bloguinho...

Trago hoje mais um bolo, que já estava feito antes da confusão e que foi para levar para uma das festas do colégio do meu menino.
Lá há sempre um motivo para comemorar, se não é dia de pais ou mães há-de ser outra coisa qualquer e este foi para o dia da alimentação, em que todos os pais/mães são convidados a levar algo para um lanche partilhado no fim do dia de aulas, uma pratica que eu até gosto, cria um momento de convívio entre pais e crianças muito engraçado.

Foi um bolo já feito no meio de coisas embaladas, mas com a mesma vontade do costume e como o meu menino queria um bolo de pêra  não sei onde foi buscar a ideia, porque ele nem aprecia bolos com frutas, eu fiz-lhe a vontade, eu até já andava há algum tempo com vontade de experimentar esta fruta em bolo, já que de maçã tenho n receitas experimentadas e desta nenhum, e já tenho lido comentários muito favoráveis.

Procurei uma receita e cá está ele, muito fácil e resulta muito bem.

4 ovos + 3 claras
180 gr de manteiga
200 gr de açúcar
200 gr de farinha
1 colher de chá de canela
4 pêras se forem grandes, eu usei mais porque eram pequeninas

Primeiro bater o açúcar com a manteiga até obter um creme fofo, juntar em seguida os ovos inteiros.
Bater muito bem e envolver a farinha misturada com a canela.

Descascar as pêras e cortar em gomos, dispor no fundo de uma forma sem buraco, untada com manteiga e polvilhada de farinha.

Deitar em cima das pêras a massa e levar ao forno a 200º durante mais ou menos 30 min.
Ficou um bolo baixinho e ligeiramente húmido, quem provou disse que a tarte de pêra estava muito boa...eu chamo-lhe bolo porque foi assim que vi a receita, mas o aspecto era mais de tarte.
Fica com um sabor muito bom e as pêras parecem em calda, muito docinhas, muito bom mesmo, será para repetir.