sexta-feira, 29 de junho de 2012

Em férias de cozinhados

Como a gaivota lá vou eu para outras paragens aproveitar uns diazinhos de sossego ou talvez não..........
só mesmo para fugir á rotina do dia a dia e esperando por um descanso maior.........

terça-feira, 26 de junho de 2012

Gelado de morango

No livro de língua portuguesa do meu menino vem uma receita de gelado de morango e ele como adora morangos e tudo que leva morango quis logo que eu experimentasse para ele fazer comigo.

A receita não tem nada de especial, mas passo aqui a pedido dele que já está habituado a ver as receitas da mãe sempre no computador com fotografias e não quis deixar a dele de fora.

A receita que vem no livro

1 pacote de natas
1 gelatina de morango
100gr de morangos
1 colher de sopa de açúcar

Primeiro fazer a gelatina de morango tal como vem no pacote e com o meu menino já aprendi que tanto faz dissolver a gelatina primeiro na água quente ou na fria o resultado foi o mesmo, levei um monte de anos para aprender isso, por nunca ter tentado, mas as crianças têm este poder de experimentarem tudo sem medo de estragar e assim aprendem muito melhor e mais rápido que os adultos.

Depois cortar os morangos em pedacinhos e adoçar com o açúcar e deixar a repousar, enquanto a gelatina arrefece.

Bater as natas em chantilly  e juntar os morangos e a gelatina e bater mais um pouco.

Levar ao congelador a gelar.

Esta parte eu não fiz, como foi o menino que segui a receita pelo livro eu nem reparei que era gelado e deixei a gelatina solidificar normalmente, porque nem pensei num gelado com gelatina achei que não ficaria bem, mas se calhar até ficava um perna de pau enformado, para a próxima experimento.

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Moelas de caril

Cá em casa gostamos muito de moelas e ultimamente ficamos fãs de caril também, como já tenho dito por aqui, tenho cá em casa montes de caril que uma colega moçambicana me deu, mesmo daquele que os "monhés" (como ela diz) comem, um caril que ela traz de Londres e que nada tem a ver com o que se compra por aqui nas grandes superfícies.

Juntando moelas e caril ficou um petisco daqueles, um verdadeiro manjar dos deuses que até o mais pequeno adorou, comeu até o molho que normalmente ele não gosta e atrás disso rapou o arrozinho que também não é a paixão dele.


quarta-feira, 20 de junho de 2012

Doce de pêssego e alperce exótico

As produções da quinta de há um tempo para cá andam um bocado em baixa, temos tido pouco tempo para lá ir e quando vamos está tudo tão abandonado que nem apetece lá fazer nada, mas a fruta lá vai produzindo sozinha e se vamos a tempo apanhamos alguma para comer, se não vamos e ainda conseguimos apanhamos para fazer doces e geleias.



Foi o caso destes pêssegos e alperces, alguns ainda conseguimos apanhar em bom estado, quando fomos buscar o resto já estava tudo a cair e tive que fazer doce e este foi uma doce e exótica mistura.

1,5kg de pêssego
0,5kg de alperce
900Gr de açúcar
meio limão
Meia colher de chá de mistura de especiarias, cardamomo, cravinho e canela
Retirei os caroços e parte da pele aos pêssegos e alperces e parti aos bocadinhos. meti na panela em lume brando com o açúcar e meio limão, que espremi e meti a casca e tudo lá para dentro.

Quase no fim meti uma pitada de uma mistura de especiarias, canela, cardamomo, cravinho e gengibre, um toque exótico e com uma pitadinha de picante muito discreta, um doce bem diferente mas delicioso.

segunda-feira, 18 de junho de 2012

A minha francesinha

Esta foi uma primeira tentativa de fazer uma francesinha cá em casa, aproveitei que estava só eu e o menino para experimentar e comecei por uma bem simples, só para ver se ficava algo parecido com o que eu conheço.

Francesinha é um prato típico e originário da cidade do Porto, em Portugal.

Em Abril de 2011 foi considerada pelo Aol Travel um megasite norte-americano sobre destinos turísticos e lazer, uma das 10 melhores sanduíches do mundo.

Uma das teorias sobre a origem do prato remonta-o ao contexto da Guerra Peninsular, afirmando que as tropas napoleónicas costumavam comer umas sandes de pão de forma, onde colocavam toda a espécie de carnes e muito queijo. À época, entretanto, faltava um complemento que os portuenses passaram acrescentar nas ditas sandes – o molho.

Actualmente, entretanto, parece haver alguma unanimidade em atribuir os créditos da criação do prato a Daniel David Silva, empregado do Restaurante A Regaleira na década de 1950. Tendo trabalhado em França, ao retornar a Portugal Daniel Silva criou a francesinha com base na tosta francesa, o "croque-monsieur", e daí o nome.

A francesinha é constituída por linguiça, salsicha fresca, fiambre, carnes frias e bife de carne de vaca ou, em alternativa, lombo de porco assado e fatiado, coberta com queijo (posteriormente derretido). É normalmente guarnecida com um molho à base de tomate, cerveja e piri-piri. Os acompanhamentos de ovos estrelados (no topo da sanduíche) e batatas fritas são facultativos.In Wikipédia


Receita propriamente não há, baseando-me no que já comi em restaurantes, fiz uma bem simples em que omiti muitos ingredientes e também as batatas fritas que normalmente acompanham, se já tem pão não precisa batatas... e só com

Pão de forma
salsichas
ovo estrelado
queijo
Fiambre
e o famoso molho que aqui foi mesmo á minha maneira.

Fiz uma bela Francesinha

Meti no fundo do prato uma fatia de pão de forma e por cima ás camadas,  fiambre, queijo, as salsichas partidas ao meio e mais pão e mais queijo e em cima um belo ovo estrelado que só meti depois de levar as camadas ao forno para derreter o queijo.

Por cima de tudo deitei o molho que foi feito com tomate, cebola e alho refogados e triturados, bem apuradinho com um pouquinho de vinho.

Para primeira viagem não correu mal, mas deu para tirar algumas conclusões e para a próxima tentar melhorar, o molho ficou delicioso, o queijo não foi a melhor aposta porque não derreteu muito bem, mas ficou aprovada.

sábado, 16 de junho de 2012

Profiteroles com recheio de creme de pasteleiro

Desde que vi o livro da minha Mycook decidi logo que a primeira coisa que ia experimentar seriam os profiteroles e como me enganei, já nem sei porquê mas os tão desejados foram ficando para trás.

É uma coisa que adoro profiteroles, mas não gosto (não gostava) de fazer a massa de choux, aquela coisa de juntar um ovo de cada vez e só poder juntar o outro depois do anterior ser absorvido era uma seca, ainda por cima porque a massa se tornava escorregadia e difícil de absorver os ovos.


Assim na minha maquininha é uma delicia fazer a dita massa, rápido eficiente e fica uma maravilha.

100gr de manteiga
150 gr de farinha
250 gr de água
5 ovos

Por a água e a manteiga no copo da máquina e programe:
7 minutos ; 120º ; vel.2

Adicione a farinha e misture 
10 segundos vel.5

Depois na vel.5 adicionar os ovos um a um, tendo o cuidado de ver se o anterior já foi absorvido.

Depois é só cozer a massa de choux da forma que quiser, em belos profiteroles, eclaires ou ainda num sofisticado Saint-honoré, 

Eu cozi em bolinhas no forno pré aquecido a 200º durante 20 minutos a primeira fornada e ficaram branquitos, a segunda baixei para 180º e meti ventilação no forno  e foi vê-los crescer e dourar, ainda que demoraram os mesmo 20 minutos.

Para rechear, pensei primeiro fazer chantilly e cobrir com calda de chocolate, porque gosto e era o que eu fazia normalmente, era esse o meu costume, mas depois vi no livro creme de pasteleiro e resolvi experimentar também e penso que foi a melhor opção, ficaram divinos assim recheados com este creme.

500 ml de leite
4 gemas
100 gr de açúcar
40gr de farinha de milho(maisena)


Coloque a pá misturadora nas laminas.

Deite todos os ingredientes no copo pela ordem de ingredientes e programe:
10 min; 100º; vel 3.

Assegure-se de que o creme ficou espesso ou pode marcar mais um minuto á mesma temperatura e velocidade.

Para rechear, ou se faz um corte lateral e recheamos com uma colher, ou metemos o creme de pasteleiro num saco e com o bico fazemos um furinho e enchemos, fica mais fechado e o creme não fica á vista e a sair.

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Arroz de cenoura e couve

Mais um arroz feito na Mycook, ainda que este tipo de cozinhado, não é uma daquelas coisas em que eu acho a máquina indispensável, muito pratica e nem mais rápida, mas ás vezes a preguiça de picar e refogar alhos e cebola é superior e então lá vai o arroz para a maquineta.

terça-feira, 12 de junho de 2012

Sopa de feijão

Sopa de feijão não é nenhuma novidade e sopa é coisa que não falta cá em casa até já deve estar por aí alguma no blog parecida com esta, não costumo por cá sopas pela falta de imaginação e por as sopas serem quase sempre parecidas cá em casa, a grande novidade desta é que foi feita com farinha de feijão, em vez do feijão cozido em grão.

A farinha foi obtida triturando o grão na Mycook, foi uma dica que a senhora que veio fazer a demonstração me deu, para por um lado poupar o trabalho de ter que por o feijão de molho e depois coze-lo, o que ás vezes não é prático e nem muito rápido e por outro lado evitar utilizar frascos ou latas de feijão em conserva, uma opção muito funcional e que eu ás vezes utilizava, só que com a consciência de que estava a intoxicar a família com mais conservantes desnecessariamente.

Ainda não tinha experimentado esta técnica, porque cá em casa ultimamente para evitar as conservas eu costumava por de molho e cozer um kilo inteiro de feijão ou grão ou feijão frade e depois congelava o que não utilizasse em sacos de plástico na quantidade exacta que utilizo normalmente e tinha feijão para muitas sopas congelado.

Esta sopa foi feita como as outras de modo tradicional e para a minha super-panela de sopa, que dá para vários dias eu utilizei 100gr de feijão seco, pulverizado na Mycook.

Os restantes ingredientes foram os do costume

Batata
Cenoura
Abobora
Nabo
Couve coração.....

e feito de igual modo.
O sabor fica exactamente igual ás outras sopas em que se usa o feijão normal.

domingo, 10 de junho de 2012

Pão de ló de ovar pouco convencional

Só a receita, porque o resultado foi muito pouco de ovar...

Primeiro porque fiz o bolo em casa da mãe e ela só tem formas de buraco,  logo não consegui deixar em creme no meio e para além disso não tinha nenhum papel a jeito para forrar a forma, e teria que desenformar virando a forma e não sabia como contornar a história do creme em cima.

E porque fazer pão de ló de Ovar em vez de fazer outro bolo qualquer!!! porque ao contrário do costume tinha gemas de sobra e queria fazer um pão de ló, vai daí foi a receita melhor que encontrei para isso.

10 gemas
5 claras
150gr de açúcar
70 gr de farinha

Bater muito bem as gemas com as claras e o açúcar até formar um creme bem fofo.

Envolver a farinha muito suavemente, misturando de cima para baixo.

Eu levei ao forno a 180º durante os 30 min recomendados e cozeu tudo, ficou sem creme, por causa do buraco da forma que deixa passar mais calor para o meio do bolo.

Ficou muito bom, uma textura muito fofa, mas mais denso do que os outros pães de ló que costumo fazer.

quinta-feira, 7 de junho de 2012

Quiche de camarão, delicias e ananás

Fiz esta tarte/quiche para gastar uma base de massa folhada que tinha no congelador já há algum tempo, porque desde que tenho a Mycook as massa para tartes e quiches faço-as todas lá, muito prático, rápido e muito mais saudável e para além disso muito saborosas.

1 chávena de miolo de camarão
6 paus de delicias
5 rodelas de ananás em calda
4 ovos
1 pacote de natas
1 colher de farinha
1 copo de leite
Queijo ralado
1 base de massa folhada

Desenrolar a massa folhada na tarteira e por cima colocar os camarões, as delicias cortadas aos pedacinhos e o ananás muito bem escorrido, também aos pedacinhos, reservar.

Bater os ovos com as natas e juntar uma colher de sopa de farinha dissolvida num copo de leite, temperar a gosto com sal e pimenta.
Bater tudo ligeiramente e verter por cima da tarteira com o que já lá temos.

Polvilhar com queijo ralado e levar ao forno pré-aquecido 200º durante 30 minutos mais ou menos.


segunda-feira, 4 de junho de 2012

Pudinzinhos no microondas

Há dias em que apetece algo, mas não há vontade para fazer nada, dias de chuva passados em casa em que a preguiça é rainha.

Um dia destes foi o que aconteceu cá em casa, lembrei-me de fazer um doce rápido no microondas e como bolos não aprecio muito decidi fazer um pudinzinho

então com 

3 ovos
4 colheres de açúcar 
Leite medi o  mesmo volume dos ovos 
Meia colher de café de baunilha em pó


Bati tudo com a vara de arames e transferi para umas tacinhas pequeninas.

Foi ao microondas na potência máxima durante 5 minutos.

Ficou com uma caldinha por baixo, não sei se por estar pouco cozido ou se é mesmo assim e ficaram demasiado doces, deve ser por causa do microondas que aviva os sabores doce e salgado, porque pela receita de pudim de ovos dos copos que eu costumo fazer em que a medida de açúcar é a mesma dos ovos não se nota tanto como neste em que a quantidade de açúcar foi muito menos.

Mas não sobrou nadinha, comeram-se muito bem :-))