segunda-feira, 29 de junho de 2009

Canção de Embalar

Para um dia muito especial e cheio de grande emoção só me ocorreu este grande Poeta da canção coimbrã



Que este seja o principio de uma nova vida

Massada de marisco

Já há algum tempo que não trazia uma massinha, ainda que cá em casa sejam mais que habituais.

Esta é mais uma para fazer rápido e quando não há nada descongelado, desde que se tenha o mix de mariscos congelados, uma coisa super prática, simples e rápida


1 cuvete de mariscada
1 cebola
3 dentes de alho
1 tomate bem madurinho
Azeite q.b.

Refogar a cebola e o alho picadinhos no azeite.

Juntar o tomate partido aos pedacinhos

Quando estiver tudo bem cozinhado, juntar a cuvete de marisco variado, ou outros marisco a gosto avulso.



Deixar só mais uns minutos, juntar água e a massa agosto.



Rápido, eficiente e bem gostosinho

sábado, 27 de junho de 2009

Raia e pimentos semi confitados

Vi há pouco tempo uns pimentos confitados no Blog da Gasparzinha e gostei tanto da receita que pensei logo experimentar, mas mais uma vez, pensei o que fazer mais com a receita, porque em vez de entrada eu queria um prato principal.



Vai daí experimentei partindo dos ingredientes dela, com umas alterações e uns acrescentos


1 pimento vermelho
1 pimento verde
2 dentes de alho
1 cebola
1/2 courgete
1/2 copo de vinho branco
3 colheres de sopa de vinagre
3 colheres de chá de açúcar
Azeite e sal q.b.
3 postas de raia fresca



Primeiro preparei os legumes, parti os pimentos e a courgete aos cubinhos, piquei a cebola e os alhos e meti tudo num tacho com o azeite e o sal.



Levei ao lume brando com os restantes ingredientes todos excepto o peixe, deixei cozinhar até os legumes estarem macios.

Por ultimo juntei as postas da raia, em cima para cozinhar lentamente.


Posso dizer que ficou uma delicia, um ligeiro sabor agri-doce muito agradável, o marido é que anda a estranhar o doce na comida, diz sempre.....humm isto parece que está doce, mas diz que está bom!!

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Novidades da quintinha biológica

Depois de bastante tempo sem ir á quinta, por causa das férias e das visitas á familia, aproveitámos os ultimos fins de semana e parte dos feriados, para ir até lá e enquanto o marido se mata a cortar a erva, já que teima em não usar pesticida para acabar com ela, é a erva que acaba com ele, para cortar tudo vê-se grego.


Eu aproveito para apanhar alguma coisa que milagrosamente lá cresce, mesmo sem tratamentos, nem rega, nem outros cuidados que os vizinhos dizem ser necessários.



Aproveito para tirar uma fotografias aos bichinhos que por lá andam, os nossos (caracois, borboletas e passarinhos) e os dos vizinhos (os carneirinhos, galinhos e gatinhos...)

E aproveito também para tirar umas fotografias ás poucas flores que por lá aparecem, a maioria selvagens, algumas das árvores de fruto, ou de algum vizinho, porque jardinar as minhas é dificil, já tentei plantar tulipas, mas não resistiram a semanas de abandono, já tentei fazer um jardim de cactos, mas perderam-se no meio de tanta erva!!!as roseiras e os hibiscos são as unicas que lá vão resistindo,

Agora já aproveito também para dormir umas sonecas na rede que trouxe do brasil, uma delicia, pena que ainda não encontramos o sitio ideal, para a pendurar!!

terça-feira, 23 de junho de 2009

Salada exótica

Esta salada é uma miscêlânia de ideias e sabores, quando comprei a beterraba cozida foi com intenção de fazer uma que vi no blog da ameixinha, mas entretanto esqueci-me do assunto. Passado uns tempos, andava em arrumação dos meus livros e revistas de culinária, por falta de espaço e encontrei um livro das selecções já velhinho esquecido, só sobre saladas, começei a folheá-lo e encontei uma salada que pensei eu é parecida com a da ameixinha, vai dai meti mão á obra para o jantar.



Conclusão, nem uma nem outra, principalmente por falta de ingredientes, misturei a beterraba cozida que tinha em vez de crua ralada, com alguns ingredientes da receita do livro, omitindo outros, misturando especiarias em vez de hortelã e o que era para ser uma saladinha refrescante saíu uma mais hot.

A minha invenção resultou assim

2 beterrabas cozidas.
2 maçãs.
1 cebola picadinha.
1 chávena de nozes.

Para o Molho

1 iogurte
1 colher de sopa de mostarda
2 colheres de sopa de vinagre
1 colher de sopa de mel
1/2 colher de chá de cominhos
1 pitada de pimenta moida na hora
Uma colher de sobremesa de sementes de sésamo.

Para a salada cortar a beterraba cozida, das que se compram já cozidas e embaladas, em palitos.

Descascar e cortar a maçã também em palitinhos, nas duas receitas diz que deveriam ser ácidas, eu meti fuji, bem docinhas.

Picar uma cebola bem fininha e uma chávena de nozes.

Juntar tudo numa taça grande.


Para o molho basta juntar tudo e bater bem para ficar homogéneo.

Deitar o molho por cima da salada e deixar macerar por 30 min no frigorifico, polvilhar com mais umas sementinhas de sésamo para decorar e está pronto.


O resultado foi um sabor bem exótico, entre o agri-doce, com um nadinha de picante, muito saboroso.

domingo, 21 de junho de 2009

Risotto de Palmito - Dia branco



Mais uma contribuição para o desafio que a amiga Mary lançou, para colorir o arco-iris gastronómico.

Depois de cores bem alegres temos agora o branco, eu mais uma vez tentei fugir dos docinhos tão apetecidos e de branco as opções eram muitas, mas optei por experimentar o palmito, muito pouco frequente na nossa gastronomia, uma coisa de que já tinha ouvido falar, mas que nunca tinha provado, mas depois de provar fiquei fã.

O palmito é um alimento obtido da região próxima ao meristema apical, do interior do pecíolos das folhas de determinadas espécies de palmeiras (ou popularmente, o "miolo" da palmeira). Trata-se de um cilindro branco contendo os primórdios foliares e vasculares, ainda macios e pouco fibrosos.

O meu risoto é uma mistura de receitas que pesquisei na net e um bocadinho também de outros risotos que costumo fazer.

1 chávena de arroz risoto
1/2 cebola
1/2 frasco de palmito de conserva
1/2 chávena de vinho branco
2 e 1/2 chávenas de água
1 cubo de Knorr de galinha
1 colher de sopa de manteiga
2 colher de sopa de azeite
Queijo ralado a gosto
Primeiro picar a cebola bem fininha e levar ao lume a alourar na manteiga e azeite.

Juntar o arroz e mexer sempre até absorver a gordura toda e começar a ficar transparente.


Juntar então o vinho com cuidado porque borbulha muito e mexer sempre até secar completamente.

Juntar então caldo de carne, feito com a água e o cubo Knorr, a ferver aos poucos e sempre a mexer.

Quando o arroz está quase cozido e já absorveu a maioria do liquido, juntar o palmito aos cubinhos ou ás rodelas, eu meti cortado das duas maneiras e aos cubinhos desaparece.

Continuar sempre a mexer, para não pegar ao fundo do tacho e por ultimo juntar o queijo ralado e envolver bem. Eu usei uma mistura de queijos ralados, que inclui chedar, mozzarela, parmesão e emental e polvilhei também no prato.

Ficou muito bom e cremoso.

sábado, 20 de junho de 2009

O Rio de Janeiro continua Lindo

Para acabar esta minha saga da viagem ao brasil passo para a ultima etapa, ultima mas nem por isso a menos importante.


Esta era talvez uma das cidades que e tinha mais vontade de conhecer no Brasil, um desejo antigo e que penso tem muito a vêr com a musica e também com as imagens que durante anos as novelas brasileiras nos mostraram e me fizeram sonhar com a cidade.


A visita á cidade começou com um city tour que já tinhamos incluido pela agencia, ao contrario do que um amigo previa, que é um erro ir com visita marcada para o Corcovado, porque podiamos ter um dia nubloso e não ver nada, foi exactamente o contrário, tivemos o melhor dia de toda a estadia no Rio.



O City tour incluia uma subida ao pão de açúcar que não pudemos fazer por este se encontar encerrado, para reparação dos bondinhos, esta visita foi substituida por um passeio de barco pela baía de guanabara, de que gostamos muito, a tão esperada subida ao corcovado, visita á Catedral Metropolitana, passando pelos arcos da lapa, passeio pelas praias e uma parte de que gostei menos, a visita ao maracanã e ao sambodromo, não gosto de futebol pelo que o maracanã não me diz rigorosamente nada e o sambodromo que sem carnaval não tem graça nenhuma.



Para o segundo dia comprámos, uma viagem a Petrópolis, bem interessante, pela componente histórica, e pela paisagem envolvente.

Em Petropolis, visitamos o Museu Imperial, um Palácio lindo com umas cores e luminosidade fantásticas, contrastando com as madeiras escuras, visitámos a casa encantada de Santos Dumont, a Mágnifica catedral com uma arquitectura muito sóbria e elegante, visitamos ainda o Palácio de cristal, que tinha na altura uma exposição de orquideas, o paraiso para quem gosta de fotografar flores.



O terceiro dia resolvemos ir á descoberta do Rio por nossa conta, passado o medo inicial resolvemos aventurar-nos no metro, o que se revelou uma agradável surpresa, limpo, organizado e seguro, apanhamos na estação de cantagalo, perto do nosso hotel e saimos na carioca, para nos perdermos pelo centro.

Visitando as magnificas Igrejas da Candelária e a de Nossa Senhora do Carmo do Monte, que foi a antiga capela real.

Visitamos também o Centro Cultural Banco do Brasil, por sugestão da amiga Gina.

Fomos tomar um lanchinho, na famosa Confeitaria Colombo, que tem uma montra de bolos que é qualquer coisa de tentador e onde bebi o melhor suco de abacaxi com hortelã de toda a viagem.



Andamos para cima e para baixo na enorme e movimentada avenida Rio Branco, passamos pelo Paço Imperial e pelo Arco do Telles que dá passagem á Rua do comercio com os seus bares e restaurantes.



Fomos a pé até á zona da cinelândia e apanhamos um onibus para o Shoping Rio sul, não podia deixar o Rio sem visitar um dos seus shoppings.



Para o ultimo dia reservamos um passeio a pé pela Praia de Ipanema e fomos nada mais nada menos que de copacabana até ao leblon e voltamos, para aguardar pela amiga Neyma que nos vinha buscar para para ir almoçar ao excelente restaurante Porcão, para ganhar mais uns kilinhos para pagar excesso de bagagem no avião.



Para a noite escolhemos ir um dia á Lapa como não podia deixar de ser e o bar escolhido foi o Rio Scenárium, uma maravilha na decoração, na música e na comidinha.
Outra noite fomos jantar ao Garota de Ipanema e demos umas voltinha a pé pela zona para ouvir uma musiquinha.



Alguem já me perguntou se só comento as coisas que vi e se não falo de comida, sendo este um blog de culinária também, mas teria que falar muito para falar das coisas todas que comi em 15 dias

Há algumas que não posso deixar de referir, ainda que pode haver quem pense que tenho falta de imaginação na inumeração de coisas menores.

Uma é o Pãozinho de queijo, não conhecia e amei, entupi-me de tanto comer, penso que comi todos os dias e a quase todas as refeições.

Outra coisa que não conhecia e adorei foi palmito, comi de todas as formas que encontrei, em risoto, em pizza ao natural em entradas....

Pastel de tudo mas principalmente de queijo

Mamããooo adoreeiii, o que se come por aqui é água comparado com o sabor do de lá, para além de outras frutas exoticas que já nem me lembro do nome.

Os sucos maravilhosos e os frutos do mar, os bobós, as moquecas enfim foram pelo menos dois kg a mais no balanço final.



Ficou muito por vêr e fazer na cidade Maravilhosa guardado com carinho para a proxima visita, que será concerteza muito mais descontraida.






quinta-feira, 18 de junho de 2009

Quiche de frango

Esta é mais uma das minhas invenções na arte das quiches e de aproveitamento de restos.

Como tinha sobrado muito frango estufado com ervilhas de cavaca(ou tortas), resolvi desfiar o frango, retirar os ossos para fazer uma quiche.

A base tinha decidido que seria uma de massa quebrada, que veio para casa por engano e que andava já há montes de tempo no congelador, mas quando fui descongelar ela quebrou-se mesmo toda em pedacinhos, já estava eu para a enviar directa para o lixo e fazer a quiche sem base, quando o marido se lembrou de meter aqueles estilhaços bem arrumadinhos só no fundo e assim foi.

Untei a forma de tarte com manteiga, para não haver acidentes e fiz um puzzele com os estilhaços da massa e por cima meti o frango desfiado e as ervilhas.

Como estamos em tempo de cougetes lá na quinta, cortei metade de uma pequena em quartos finos e meti por cima do frango.

Por ultimo a base milagrosa que serve para todas as quiches cá em casa

4 ovos
200 ml de natas
1 colher de sopa de farinha
100 ml de leite

Tudo bem batido e por fim é só polvilhar com queijo ralado a gosto e vai para o forno a 230º durante 30 min, mais ou menos.

Ficou bem saborosa, suculenta e a massa ficou bem assim mesmo.


quarta-feira, 17 de junho de 2009

Sumo tutti-frutti e Mais uns desafios

Mais um suminho, agora que o calor começa a pedir e as frutas não se aguentam nada na fruteira, há que aproveitar, para não desperdiçar.

2 laranjas
1 quiwi
2 maçãs
Tudo na centrifuga e está prontinho a beber.

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Angra dos Reis

Desacelere você chegou ao paraiso este é um slogan publicitário da região, com 365 ilhas para descobrir e 2000 praias é o paraiso para quem gosta de mar e quer descansar.

Esta foi a 3 paragem na nossa viagem, um bocado por conveniência de roteiro, porque gostava mais de ter parado em Buzios, mas fica para outra vez.
Em parte por influência do meu amigo C. que me tinha dito que Angra não vale a pena, porque é só usina nuclear, o pestana e as ilhas, resolvemos seguir os conselhos dele e ficamos mesmo pelo hotel, porque o passeio pelas ilhas já tinhamos feito em Paraty.

Por isso, de Angra dos Reis pouco posso indicar para além do Pestana-beach-Bungalows, aliás este meu post não é mais do que um spot publicitário do mesmo, pode ser que alguém da cadeia o veja e me ofereça um fim de semaninha em algum outro hotel da cadeia hehehe


O hotel é muito bom, os bungalows são o máximo no meio de tanta vegetação e viradinhos para o mar, a comida não é boa é excelente, não sei se é de ser uma cadeia portuguesa :-) mas foi uma das melhores comidas que comi durante viagem :-) vai-me ficar na memória o melhor petit gateaux de chocolate que já comi na vida.


O hotel tem um ambiente muito calmo, penso que propicio para lua de mel, muitas velinhas por todo lado á noite, no restaurante, bar e jardins, por todo lado se respira tranquilidade.


Oferece varios serviços, gratuitos, internet, videos, caiaques, jacuzi, sauna.... desportos motorizados e Spa pagando, enfim tudo que se quer para um resort de praia.

Foram dias de puro relax, aproveitando tudo ao máximo :-)




quinta-feira, 11 de junho de 2009

Doce de damasco e cravinho

Desde que vi esta compota de damasco no blog da Mary nunca mais me saiu da cabeça e como lá na quinta estavam mesmo a cair da árvore, nada como aproveitar para fazer.

Com as devidas alterações penso que não saí muito da regra, porque para além de não ter os ingredientes necessários em casa nunca consigo fazer as coisas exactamente como manda a receita original.


Então a cópia da receita da Mary saiu assim


1kg de damascos
Algumas passas de uva (opcional)
100g de açúcar mascavado (usei 200g amarelo)
100 de frutose (não usei porque não tinha)
Casca de uma laranja
1 pau de canela
1 c. de café de cravinho em pó (usei em grão) eu também :-)
1 c. de sobremesa de agar-agar ( não usei porque não tinha )



Depois foi só cortar os damascos e retirar os caroços, porque a pele só retirei alguma mais velha, meter tudo na cuba da máquina de fazer pão e seleccionar o programa próprio para doces.



Bem não sei fazer a descrição de cheiros e sabores da Mary, mas posso dizer que fica uma delicia, ligeiramente ácido, também com tão pouco açúcar!! e super aromático.



Foi a minha primeira experiencia com doces na MFP e fiquei fã, muito independente o processo, não é preciso passar horas em frente ao tacho a mexer para não pegar e ver o ponto.

Muiitttoooo boomm mesmo :-)

Paraty o outro lado do paraiso

Se em S. Paulo fizemos o circuito para turista do Tunel do tempo, aqui em Paraty fizemos o real, passear pelo seu centro histórico é uma viagem através do tempo, quase podemos imaginar os portugueses de 1600 que por lá embarcavam o ouro e as pedras preciosas rumo a portugal



Esta cidade colonial, é considerada Património Histórico Nacional, preserva até hoje os seus inúmeros encantos naturais e arquitetónicos.

Tem na sua história um certo misticismo e esoterismo, ligados á maçonaria, é uma cidade muito fotogénica e por isso muito procurada pelo cinema e TV.



Em Paraty parece que o tempo não passa, ele anda atras de nós, porque nem as pedras da calçada (Chamadas de Pé de moleque) nos deixam caminhar muito depressa, um local ideal para quem sofre de stress.





Para além de usufruir desta calma, passear pelas ruas, vêr o nascer e o pôr do sol, entrar nas muitas lojinhas, comer bem em bons restaurantes e ouvir boa musiquinha, demos um passeio pelas ilhas num barco, que ao longo do dia nos levou pelas águas calmas de um azul ou verde tão intensos, que parece irreal.

Fomos parando em prainhas quase desertas, para belos mergulhos e para beber umas águinhas de coco, ou ver os peixinhos coloridos que por lá vivem.



Para visitar mais em Paraty, varias galerias de arte, as Igrejas e a casa da cultura e muito mais concerteza haveria, mas o tempo era pouco.



Para o relax ser total, nada como dormir numa das muitas pousadas que por lá encontramos, casas todas antigas, mas deliciosamente recuperadas, com um ambiente muito simpático e acordar com o barulho infernal dos pasarinhos.



Nós ficamos na Pousada-Porto-Imperial mais um contributo para a nossa viagem no tempo, com recantos muito bem decorados e com um pequeno almoço, delicioso.
















terça-feira, 9 de junho de 2009

Bolo de Milho Verde

Este bolo foi a primeira receitinha que fiz do livro 100 receitas da Culinária Brasileira que a minha amiga Neyma me ofereceu.


É um bolo muito fácil de fazer, porque vai tudo ao liquidificador em vez de usar batedeira e não é preciso separar claras.


4 espigas de milho verde (usei 250gra de milho de lata)
1/2 chávena (chá)de óleo
1 Lata de leite condensado
3 ovos
1 e 1/2 chávena (chá) de farinha de trigo
1 colher de sopa de fermento (Usei duas de café)
Açúcar em pó (de confeiteiro) e canela em pó a gosto


Debulhe os grãos de milho, fazendo cortes rente ao sabugo. Esta parte como é obvio passei.


Bata os grãos de milho com 1/2 chávena de água no liquidificador e depois passe por uma peneira.


Eu como usei de lata fiquei em duvida se deveria usar a água e resolvi não usar e bati tudo junto.


Recoloque no liquidificador e junte o leite condensado, o óleo e os ovos e bata bem.

Despeje esta mistura numa taça e acrescente a farinha e misture bem, por ultimo junte o fermento, eu juntei logo com a farinha.



Unte e enfarinhe uma forma redonda de buraco e leve ao forno pré-aquecido a 200º a cozer por 40 min.



Verifique se está cozido e retire do forno, quendo estiver morno desenforme e polvilhe com o açúcar em pó (de confeiteiro) e a canela a gosto.

Fica um bolinho ligeiramente humido, e com um sabor espectacular, da suavidade do leite condensado ao sabor do milho, uma delicia.

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Viagem ao Brasil S. Paulo

O Brasil era um destino há muito sonhado e desejado, mas nunca fez parte dos meus planos passar por S. Paulo, só que por insistência de um amigo de Araraquara lá incluimos a cidade no nosso roteiro e foi uma surpresa muito agradável, contra todas as expectativas



Então depois de meses ou até anos a pensar nesta viagem, e logo depois de entrar no avião pensei lá vamos nós e que deus nos acompanhe.

Só que a voz do comandante tinha que apimentar a ideia e veio comunicar que estavamos com um motor avariado e iam tentar reparar!!!!!!!!Primeiro pensamento eu não acredito que vou num avião avariado!!!!! depois de sabermos que não havia reparação e teriamos que esperar outro ficamos com a certeza de que iriamos perder a ligação em Madrid!!!!

Mau começo!!! mas depois de um dia perdido e de um grupo de amigos de aeroporto conquistado lá chegamos á bela cidade de S. paulo.

O primeiro dia fomos fazer um passeio próprio para turista que o nosso amigo C. nos tinha reservado Tunel-do-tempo passando por importantes pontos turísticos de São Paulo:

Catedral da Sé, Marco Zero, Casa da Marquesa, Páteo do Colégio, Centro Financeiro de São Paulo, Mosteiro de São Bento, Edifício Banespa, Edifício Martinelli, Viaduto do Chá, Teatro Municipal, Estação da Luz e Mercado Municipal.
Um passeio só feito a pé e com entrada apenas na Catedral, mas com a particularidade que em pontos estratégicos vão aparecendo figurantes que contam a história na primeira pessoa. Gostamos bastante.

Nos dias seguintes, aproveitámos para conhecer um pouco da cidade, ao nosso ritmo e se andamos algumas vezes de metro, andamos bastante a pé.

Visitamos a Pinacoteca do estado, a estação da luz, a verdadeira, a original e que alberga um importante museu, Museu-da-lingua-portuguesa.

Visitamos o MASP que só para contrariar, tinha fechada a sua importante colecção permanente, sendo que só pudemos visitar a exposição temporária.

Fomos ao Mercado-Municipal, não comemos os famosos pastei de bacalhau, porque nos enchemos de provar frutas exoticas, que os simpáticos vendedores faziam questão de nos dar, ainda que fossemos dizendo que não iriamos comprar


Fizemos um roteiro de compras entre a suigeneris rua 25deMarçoo bairro do bras e o bom retiro.

Aproveitámos estar perto para ainda para visitar por dentro o belissimo Mosteiro-de-Sbento


Tiramos um dia para fazer uma ronda pelos mais importantes shopings e fomos a pé da avenida Paulista até ao Iguatemi, quem conhece a zona sabe que quando se chega já vamos tão cansados que já nem temos vontade de comprar nada, uma boa ideia para quem não gosta de compras hehehe

Aproveitámos para almoçar e de tarde fomos de taxi até ao Villa Darsu, neste nem sei como nos deixaram entrar, porque o nosso ar não é bem o do cliente tipo das lojas presentes, mas enfim foram simpáticos deixar-nos entrar só para ver :-) e tomar um cafezinho.

Outro dia passamos pelo Morumbie

Parques a cidade tem alguns bem agradáveis, o Siqueira campos em plena avenida Paulista, o D. PedroII, mas o que gostamos mais foi do Ibirapuera, enorme e com uma vida espectacular, montes de atracções, montes de gente a caminhar, fazer desporto, museus e montes de atracções para passar bem uma manhã ou uma tarde.

Para ir ao Ibirapuera aproveitámos e fomos também a pé, passando pelas Rua Augusta e Oscar Freire, onde se econtram lojas elegantes e de bom gosto, onde muitos jovens estilistas têm as suas lojas, depois percorremos parte da Avenida Brasil com os imponentes palacetes, que outrora foram de Barões do café e agora servem embaixadas, clinicas...



De tarde acabamos na bela livraria cultura, uma verdadeira tentação para quem gosta de livros.

Para comer montes de opções para todos os gostos, para além de uma churrasqueira Bovinus na Av: rebouças e dos muitos Viena presentes em muitos sitios da cidade, um restaurante que penso vale a pena referir, porque adoramos é o Santa-Gula na tipica Vila-Madalena, um verdadeiro encanto.


Este nosso roteiro ainda que com a ajuda do nosso amigo C. foi também um pouco baseado neste site onde encontramos 30-programas-imperdiveis uma boa ajuda para quem quer visitar a cidade.
Claro que não conseguimos cumprir os 30 programas, mas penso que ficamos com uma boa ideia da cidade, um destino que recomendo para quem gosta de grandes cidades.






domingo, 7 de junho de 2009

Punheta de bacalhau

Este é um prato bem português, o nome bem brejeiro, deixou-me algumas dúvidas, ainda pensei se lhe chamava o próprio ou se lhe encontrava algo mais soft, mas já que é assim que o povo lhe chama e este é um prato bem popular, nada de alterar identidades.

É uma saladinha bem fresca para o verão, óptima para servir como entrada com umas tostinhas ou pão torrado, para um lanche, para um piquenique ou para quando se quiser.

A dificuldade é zero, mas o sabor é 100%

Basta desfiar umas postas do lombo do bacalhau previamente demolhado, retirar peles e espinhas.
Se for para servir como entrada deve-se desfiar bem fininho,para isso envolve-se o bacalhau já desfiado num pano limpo e esfrega-se bem.

Juntar alho bem picadinho e cebola a gosto, cortada em tirinhas ou picada e temperar.





O tempero é também ao gosto de cada um, pode ser com um bocadinho de pimenta moida, salsa picada, vinagre, mas o que não pode faltar é azeite do bom e muito, para no fim molhar uns pedacinhos de pão ou broa.

O acompanhamento pode ser uma salada a gosto, de agrião ou alface, no meu caso foi mesmo tomate e pepino.
Eu adoro assim simples, há quem adicione outras coisas, ovo cozido, pimentos e azeitonas por ex

sábado, 6 de junho de 2009

Gelatina com morango e iogurte

Em tempo de morangos há que inventar novas soluções menos calóricas e alternativas ás bombas de natas e leite condensado, que são bem mais saborosas, mas das quais não podemos abusar.

Esta foi uma das alternativas encontrada, bem fresca e agradável.

1 gelatina de morango
500 gr de morangos
2 iogurtes naturais (pode ser de aromas)
3 colheres de sopa de açúcar.

Primeiro preparar a gelatina de morango como diz nas instruções do pacote e deixar no frigorifico até começar a prender.

Depois preparar os morangos, retirando os pés e lavando-os muito bem, transferir para o copo misturador e juntar os dois iogurtes e o açúcar. Guardar 2 ou três para decorar.
Triturar bem até obter um puré fino.
Quando a gelatina já começa a prender um bocadinho juntar o puré de morangos, bater bem e levar novamente ao frigorifico a solidificar.

Decorar a gosto com uns moranguitos.

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Arroz de fiambre

Este arroz fiz para gastar fiambre, chourição e bacon que tinha comprado, para fazer as mini-bôlinhas e sobrou.

Fiz também porque tenho na lembrança de quando era pequena, um arroz que a minha mãe fazia e tanto eu como o meu irmão adoravamos, só que ela não se lembra como fazia e quando lhe disse como tinha feito este disse-me logo que não é assim!!! mas não se lembra :-)


Então a minha receitinha.

Fiz um refogado com uma cebolinha picada, dois dentes de alho e azeite.

Juntei as carnes e deixei alourar um bocadinho, juntei o arroz e fui mexendo tudo até o arroz ficar transparente.

Juntei o dobro da água (em relação ao arroz) a ferver, com cuidado porque borbulha muito.

Deixei cozinhar o arroz e no fim juntei dois ovos mexidos e envolvi bem.
Igual ao da minha mãe não é concerteza, mas ficou bom, fica um arroz soltinho muito saboroso.

terça-feira, 2 de junho de 2009

Pão de linguiça

Para fazer este pão tomei como base a receita de Pão-saloio que fazemos cá em casa, só que fiz para pão maior.


350 gr de Farinha 65
150 gr de Farinha de milho
100 gr de Farinha de centeio
400 ml de Água
2 colheres de azeite
1 colher de chá de sal
1/2 pacote de fermento vahiné
150 gr de linguiça


Adicionar na cuba da máquina os ingredientes pela ordem da receita, a linguiça partida aos cubinhos juntei apenas no inicio da segunda volta de amassar

Programa normal 1
Tostado médio
Quantidade de massa II

O resultado foi muito bom, só que a linguiça ficou meia desfeita, apenas se encontravam estilhaços, penso que é da pázinha da máquina que a tritura, para uma próxima vez corto maior.